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Richarlison volta a citar disputa de mansão com Flávio Bolsonaro

Richarlison volta a falar da disputa pela mansão em Angra dos Reis; STJ mantém decisão que reconhece direitos possessórios da empresa adversária

Richarlison volta a citar disputa de mansão com Flávio: "me tomaram"
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  • Richarlison voltou a comentar a disputa pela mansão em Angra dos Reis, avaliada em cerca de R$ 10 milhões, ao repostar vídeo de Flávio Bolsonaro com a frase “me tomaram”.
  • O atleta afirma ter gasto cerca de R$ 10 milhões na compra, mas diz ter perdido o imóvel e não ter recebido o dinheiro investido.
  • A disputa envolve uma empresa ligada ao jogador e ao empresário Renato Velasco contra outra companhia que reivindica direitos possessórios sobre o imóvel.
  • Flávio Bolsonaro nunca integrou o processo, mas foi citado como testemunha; ele visitou a mansão antes da negociação.
  • Em 2025, o Superior Tribunal de Justiça manteve a decisão a favor da empresa adversária, encerrando a discussão no STJ.

Richarlison voltou a comentar publicamente a disputa judicial envolvendo uma mansão avaliada em cerca de 10 milhões de reais, em Angra dos Reis, RJ. A postagem ocorreu neste sábado, 4 de julho, em suas redes sociais, ao compartilhar imagens aéreas do imóvel republicadas por Flávio Bolsonaro. O jogador afirmou, em tom direto, que o imóvel foi tomado.

A controvérsia envolve a compra realizada por uma empresa ligada ao atleta e ao empresário Renato Velasco. Embora tenha ocorrido dentro das normas legais, outra empresa reivindica direitos possessórios sobre a área, alegando ocupação anterior à venda. O tema central é a diferença entre posse e propriedade, conforme explica a tramitação atual do processo.

No histórico do caso, Flávio Bolsonaro foi citado nos autos como testemunha, sem integrar o processo como parte. Segundo relatório de 2022, o senador acompanhou visitas ao imóvel junto ao advogado Willer Tomaz, figura central na disputa pela posse. Tomaz é apontado como um dos principais envolvidos no conflito.

Decisão do STJ manteve a posição já proferida anteriormente. Em 2025, o tribunal não acolheu o recurso apresentado pela empresa ligada a Richarlison, por entender que reanalisar provas e contratos violaria súmulas do STJ e a natureza da via processual. A decisão confirmou os direitos possessórios da parte adversária.

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