- Agentes do Detran-DF vão usar câmeras corporais durante policiamento e fiscalização viária; foram adquiridas 150 unidades.
- Início de um projeto-piloto com 10 câmeras nos próximos dias para definir procedimentos e normatização de uso.
- As câmeras transmitem imagens e áudio ao vivo para uma central de monitoramento, com storage em data center da Telebrás via conectividade LTE.
- Equipamentos devem se ligar automaticamente à ação se o agente sacar uma taser, aumentando a segurança durante a abordagem.
- O contrato, de R$ 3.966.311,28 por 12 meses, inclui monitoramento, armazenamento em nuvem e gerenciamento das câmeras; a LGPD será considerada na elaboração dos normativos.
Agentes de trânsito do Detran-DF vão usar câmeras corporais durante o policiamento e a fiscalização viária. A autarquia já adquiriu 150 unidades e planeja treinar os agentes sobre o uso adequado. A implementação busca aumentar a transparência das abordagens e a segurança de agentes e condutores.
O projeto-piloto terá início com 10 agentes, que atuarão nos próximos dias para definir procedimentos e normatização. As câmeras prometem transmissão ao vivo de imagens e áudio para uma central de monitoramento, fortalecendo o registro das ações.
As câmeras contam com conectividade LTE, permitindo envio rápido de dados para armazenamento em data center da Telebrás. O sistema transforma o equipamento em monitoramento em tempo real, elevando o padrão de segurança operacional.
Tecnologia e conectividade
Uma funcionalidade em avaliação é a integração com as tasers, armas não letais utilizadas em abordagens. Em caso de acionamento, as câmeras podem ligar automaticamente, registrando toda a ação sem intervenção manual.
Serão avaliados aspectos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) durante a elaboração dos normativos internos. As regras de uso visam garantir conformidade com a proteção de dados dos cidadãos.
Custos e contrato
O contrato envolve aquisição, monitoramento e armazenamento das imagens em nuvem pela Telebrás, com custo total de R$ 3.966.311,28 pelo período de 12 meses. O acordo cobre gravação de vídeo e áudio em alta resolução e gestão das câmeras.
O projeto, ainda sem data de implementação definitiva, busca ampliar a segurança das operações de fiscalização, com foco em ações da Lei Seca, e reforçar a transparência das abordagens realizadas pelos agentes. Fonte original: Agência Brasília.
Entre na conversa da comunidade