- O senador Flávio Bolsonaro, em os EUA, participou de uma live ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro para falar sobre a seleção brasileira e a agenda em Washington.
- Ele informou que irá a uma audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) na terça-feira, 7 de julho, e que acusa o presidente Lula de incentivar um novo tarifaço sobre produtos brasileiros.
- O deputado Jamieson Greer, representante do USTR, conduzirá a audiência; na última quinta-feira, 2 de julho, houve envio de ofício pedindo o adiamento do tarifaço, segundo o parlamentar.
- O relatório do Escritório do Representante Comercial dos EUA aponta críticas ao Banco Central do Brasil, apontando políticas de comércio digital, desmatamento ilegal e propriedade intelectual como entraves às transações com os EUA, incluindo o sistema Pix.
- A proposta prevêTaxação de todas as mercadorias brasileiras, com exceção de itens estratégicos para a economia norte-americana; estão liberados carne bovina, café, frutas tropicais, petróleo, minérios, terras-raras, aviões, fertilizantes e produtos farmacêuticos, devendo o Brasil adotar medidas corretivas até 15 de julho.
Nos Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) realizou, neste domingo, uma live ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro para falar sobre o jogo da seleção brasileira contra a Noruega e sobre a agenda em Washington. O momento foi interno a uma visita de trabalho aos EUA.
O pré-candidato à Presidência informou que participa de uma audiência no Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) na terça-feira, 7 de julho. Na fala, acusou o presidente Lula de incentivar o que chamou de novo tarifaço sobre produtos brasileiros.
A audiência será conduzida por Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA. Na última quinta, o parlamentar brasileiro enviou ao governo norte-americano um ofício pedindo o adiamento do tarifaço, argumentando que a medida poderia favorecer Lula na corrida eleitoral.
O relatório do USTR aponta que o Banco Central do Brasil atua de forma “dupla” e discriminatória com empresas americanas. Políticas brasileiras de comércio digital, desmatamento ilegal e propriedade intelectual também são citadas como entraves às transações com os EUA, com críticas ao sistema Pix.
Foi fixado o prazo de 15 de julho para o Brasil adotar medidas corretivas antes da aplicação definitiva das taxas. A proposta prevê taxação de todas as mercadorias brasileiras, com exceções para itens considerados estratégicos para abastecimento dos EUA, como carne bovina, café, frutas tropicais, petróleo, minérios, terras-raras, aviões, fertilizantes e alguns fármacos.
Entre na conversa da comunidade