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Trump comemora 250 anos dos EUA com tom histórico e discurso de comício

Discurso de encerramento em Washington manteve tom de comício, exaltou bandeiras históricas e defendeu a Lei “SAVE America” com identificação obrigatória e fim do voto por correio

Presidente Donald Trump discursa na cerimônia dos 250 anos de fundação dos EUA. (Foto: EFE / EPA / Jim Lo Scalzo)
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  • Presidente Donald Trump encerrou as celebrações de 250 anos da independência dos Estados Unidos com discurso no National Mall, em tom de comício, após atraso e mau tempo.
  • Trump agradeceu ao público que permaneceu próximo à Casa Branca e disse que, mesmo com o risco de raios, a organização fez a coisa certa ao dispersar pessoas; estimativas iniciais apontavam 375 mil presentes, mas centenas de milhares ficaram até o fim, cerca de 150 mil entre eles.
  • O discurso exaltou os 250 anos de independência, destacou a “esperança, a promessa, a luz e a glória” dos EUA e mostrou bandeiras históricas, incluindo a de 1776 com 13 estrelas e 13 listras.
  • O presidente mencionou o sargento William Harvey Carney, primeiro afro-americano a receber a Medalha de Honra, e agradeceu aos veteranos que subiram ao palco.
  • Trump defendeu a reforma eleitoral, citando a Lei “SAVE America” para exigir identificação e comprovante de cidadania, com voto por correio restringido a casos específicos; o tema foi apresentado no contexto de críticas aos democratas e ao avanço do que chamou de comunismo.

Donald Trump encerrou as celebrações pelos 250 anos de independência dos Estados Unidos com um discurso no National Mall, em Washington, neste sábado. O tom foi de comício, exaltando a nação, os pais fundadores e veteranos de guerra, em meio ao mau tempo.

O atraso foi relevante: Trump subiu ao palco por volta das 23h, após uma cerimônia marcada por apenas dois números musicais. O público, estimado inicialmente em 375 mil, acabou reduzido para cerca de 150 mil pessoas.

Durante o discurso, o presidente destacou a trajetória de 250 anos de independência, afirmando que os EUA são, segundo ele, a esperança e a luz entre as nações. Além disso, mostrou bandeiras históricas, incluindo a de 1776, com 13 estrelas e 13 listras.

Uma das bandeiras exibidas remeteu ao momento da declaração de independência, enquanto Trump ressaltou a história do sargento afro-americano William Harvey Carney, primeiro a receber a Medalha de Honra. O ex-presidente também agradeceu veteranos que subiram ao palco.

Paralelamente ao conteúdo histórico, o discurso misturou tom político, criticando democratas e promovendo reformas eleitorais. O grupo defendia endurecimento de requisitos de registro e de voto nas eleições federais, com a proposta chamada Lei SAVE America.

A proposta prevê identificação para eleitores e comprovação de cidadania, com voto por correio restringido a casos específicos. Trump afirmou que o país voltará a soar grande apenas com a adoção dessas medidas, em defesa de uma suposta segurança eleitoral.

Ao fim da fala, o presidente reforçou valores de patriotismo e liberdade como pilares do espírito americano. Disse que não há desafio, meta ou sonho impossível para os cidadãos dos EUA, citando o 4 de julho de 1776 como marco fundador.

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