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PF inicia operação para proteger presidenciáveis nas eleições de 2026

Sala nacional entra em operação com drones, blindados e reconhecimento facial; ação terá orçamento de R$ 95 milhões

Polícia Federal | Divulgação/PF
Polícia Federal | Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) iniciou nesta segunda-feira (20) a operação nacional de segurança para os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A ação marca a ativação da Sala Nacional de Comando e Controle, em Brasília, de onde a corporação acompanhará, em tempo real, as agendas de campanha.

A Polícia Federal (PF) iniciou nesta segunda-feira (20) a operação nacional de segurança para os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A ação marca a ativação da Sala Nacional de Comando e Controle, em Brasília, de onde a corporação acompanhará, em tempo real, as agendas de campanha.

A estrutura foi dimensionada para atender simultaneamente até dez candidaturas presidenciais e poderá ser acionada após a homologação dos candidatos nas convenções partidárias e a solicitação formal da proteção pelas respectivas campanhas.

Saiba como vai funcionar:

Segundo a PF, a operação contará, conforme a avaliação de risco de cada compromisso, com veículos blindados, grupos táticos, sistemas de defesa antidrone, tecnologia de reconhecimento facial, monitoramento de ameaças digitais e kits para vistorias antibombas.

Ainda de acordo com a corporação, a central instalada em Brasília permitirá coordenar rapidamente o trabalho das equipes em campo e prestar apoio logístico. A PF ressalta que a centralização é apenas operacional: as informações sensíveis sobre ameaças e avaliações de risco de cada candidato continuarão restritas às equipes diretamente envolvidas na proteção.

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Antes do início da operação, mais de 600 profissionais foram treinados ou aperfeiçoados entre 2025 e 2026 em áreas como proteção de autoridades, direção veicular, primeiros socorros, operação de drones, salvamento aquático, inteligência e logística. O treinamento foi dividido por funções e encerrado com um seminário de integração entre todas as equipes.

Ao todo, a operação poderá mobilizar até 458 servidores, entre agentes de proteção, chefes de equipe e profissionais das áreas de inteligência e logística, além do apoio das superintendências regionais da Polícia Federal em todos os estados.

Cada candidatura terá um plano de segurança próprio, elaborado com base em uma metodologia técnica de análise de risco e atualizado conforme a evolução das ameaças, vulnerabilidades identificadas e características de cada agenda de campanha.

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As avaliações levarão em consideração fatores como histórico de ameaças, informações de inteligência, locais dos eventos, acessos, deslocamentos e o cenário de segurança de cada região. Antes de cada compromisso, equipes precursoras farão o reconhecimento dos locais e atuarão em conjunto com as forças de segurança estaduais e municipais para definir as medidas necessárias.

A PF informou que o efetivo e os recursos empregados poderão ser ampliados ou ajustados a qualquer momento, de acordo com as necessidades identificadas.

A operação terá orçamento de aproximadamente R$ 95 milhões.

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