Hanna Petrivna, atualmente com 91 anos, recorda-se de sua infância em Vishnevets, quando caminhões abarrotados de poloneses de vilarejos próximos chegaram perto de sua casa. Combatentes do Exército Insurgente Ucraniano (UPA) forçaram os poloneses a entrarem no porão de uma igreja, onde “jogaram um pouco de feno e os queimaram vivos”. Ela relembra as canções […]
Hanna Petrivna, atualmente com 91 anos, recorda-se de sua infância em Vishnevets, quando caminhões abarrotados de poloneses de vilarejos próximos chegaram perto de sua casa. Combatentes do Exército Insurgente Ucraniano (UPA) forçaram os poloneses a entrarem no porão de uma igreja, onde “jogaram um pouco de feno e os queimaram vivos”. Ela relembra as canções de Natal que aprendeu com seus amigos poloneses e chega a cantar uma delas.
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