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Disputa sobre crimes de guerra antigos tensiona relações entre Polônia e Ucrânia

- Hanna Petrivna, sobrevivente de 91 anos, relembra traumas da guerra. - UPA capturou e matou poloneses em Vishnevets, cidade natal de Hanna. - Ela recorda momentos de amizade com poloneses, contrastando com a brutalidade. - O ataque brutal destaca os conflitos étnicos na Ucrânia durante a guerra. - Memórias de Hanna são um testemunho importante da história e da resiliência.

Hanna Petrivna, atualmente com 91 anos, recorda-se de sua infância em Vishnevets, quando caminhões abarrotados de poloneses de vilarejos próximos chegaram perto de sua casa. Combatentes do Exército Insurgente Ucraniano (UPA) forçaram os poloneses a entrarem no porão de uma igreja, onde “jogaram um pouco de feno e os queimaram vivos”. Ela relembra as canções […]

Hanna Petrivna, atualmente com 91 anos, recorda-se de sua infância em Vishnevets, quando caminhões abarrotados de poloneses de vilarejos próximos chegaram perto de sua casa. Combatentes do Exército Insurgente Ucraniano (UPA) forçaram os poloneses a entrarem no porão de uma igreja, onde “jogaram um pouco de feno e os queimaram vivos”. Ela relembra as canções de Natal que aprendeu com seus amigos poloneses e chega a cantar uma delas.

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