A 76ª DP (Niterói) intensificará as investigações sobre o financiamento de empresas ligadas a uma quadrilha que fabricava anabolizantes clandestinos no Rio de Janeiro, direcionados a influenciadores e organizações de fisiculturismo. Na terça-feira, uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público resultou na prisão de 15 pessoas. Os anabolizantes, produzidos de forma caseira, […]
A 76ª DP (Niterói) intensificará as investigações sobre o financiamento de empresas ligadas a uma quadrilha que fabricava anabolizantes clandestinos no Rio de Janeiro, direcionados a influenciadores e organizações de fisiculturismo. Na terça-feira, uma operação conjunta da Polícia Civil e do Ministério Público resultou na prisão de 15 pessoas. Os anabolizantes, produzidos de forma caseira, podem conter substâncias como remédios contra sarna e piolho.
As investigações se concentram em diversas propagandas realizadas nos últimos meses em várias plataformas, com o objetivo de identificar possíveis investigados. A polícia busca indícios de lavagem de dinheiro da quadrilha, que inclui a atriz pornô e influenciadora digital Elisa Sanches, mencionada nas investigações por ter promovido uma das marcas da quadrilha, a Next Pharmaceutics, embora não seja alvo de investigação.
Além disso, presidentes e ex-presidentes de associações de fisiculturismo foram submetidos a medidas cautelares, como a proibição de deixar o Estado do Rio. Uma das associações envolvidas chegou a desembolsar R$ 26 mil em dinheiro para premiações. As marcas Next e Thunder, associadas ao grupo investigado, foram identificadas como receptoras de pagamentos para duas associações de fisiculturismo.
O presidente da Brasil Fisiculturismo & Fitness (Braff), Gustavo Cavalcanti Costa, é um dos que enfrentam medidas cautelares. A polícia apura indícios de que a Next Pharmaceutics fez pagamentos à Braff. O g1 e a TV Globo solicitaram comentários de Elisa Sanches e Gustavo Cavalcanti Costa e aguardam suas respostas.
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