Na manhã de quinta-feira, 16 de janeiro de 2024, a empregada doméstica Oscelina Moura Neves de Oliveira, de 45 anos, foi baleada pelo delegado Mikhail Rocha e Menezes no Distrito Federal. Em um momento de desespero, Oscelina conseguiu ligar para seu esposo, Davi Roque, pedindo socorro e alertando sobre a tragédia que havia ocorrido. Davi, […]
Na manhã de quinta-feira, 16 de janeiro de 2024, a empregada doméstica Oscelina Moura Neves de Oliveira, de 45 anos, foi baleada pelo delegado Mikhail Rocha e Menezes no Distrito Federal. Em um momento de desespero, Oscelina conseguiu ligar para seu esposo, Davi Roque, pedindo socorro e alertando sobre a tragédia que havia ocorrido. Davi, que estava em contato com seu filho de 13 anos, relatou que o garoto não presenciou o ataque, mas ouviu os disparos e foi instruído pela mãe a se esconder.
O delegado Mikhail, que também disparou contra sua esposa, Andréa Rodrigues Machado e Menezes, de 40 anos, e a supervisora de enfermagem Priscilla Pessôa Rodrigues, de 45 anos, estava em um aparente surto. Após os ataques, ele fugiu com seu filho de 7 anos, mas foi preso pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) logo em seguida. O crime ocorreu em um condomínio no Residencial Santa Mônica, onde Mikhail foi flagrado saindo do local.
Davi Roque informou que a bala atingiu o rim de Oscelina, causando danos severos. “Uma das balas estourou o rim dela, não presta mais”, afirmou. Além do rim, a bala também afetou o intestino e o estômago, resultando em um estado de saúde considerado grave. O marido expressou sua preocupação com a gravidade dos ferimentos e a situação da esposa, que recebeu o tiro pelas costas.
O caso gerou grande movimentação policial na região, com a presença de viaturas da 30ª Delegacia de Polícia, onde Mikhail é lotado. O delegado, após os disparos, gritou por atendimento em um hospital, demonstrando a gravidade da situação. As investigações continuam para esclarecer os detalhes do ataque e as motivações por trás do ato violento.
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