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Delegado é indiciado por tentativas de feminicídio com agravante pela presença do filho

- O delegado Mikhail Rocha e Menezes foi indiciado por três tentativas de feminicídio. - O crime ocorreu na presença do filho de 7 anos, agravando a pena prevista. - As vítimas, incluindo a esposa, seguem internadas sem previsão de alta. - Mikhail está internado em ala psiquiátrica após conversão da prisão em preventiva. - O inquérito policial avança na Corregedoria, com depoimentos e coleta de provas.

O delegado da Polícia Civil do Distrito Federal, Mikhail Rocha e Menezes, de 46 anos, foi indiciado por três tentativas de feminicídio após atirar em sua esposa e duas mulheres, incluindo uma enfermeira. O crime ocorreu no dia 16 de janeiro e foi qualificado pela presença de seu filho de sete anos, o que pode […]

O delegado da Polícia Civil do Distrito Federal, Mikhail Rocha e Menezes, de 46 anos, foi indiciado por três tentativas de feminicídio após atirar em sua esposa e duas mulheres, incluindo uma enfermeira. O crime ocorreu no dia 16 de janeiro e foi qualificado pela presença de seu filho de sete anos, o que pode agravar a pena, que varia de 12 a 30 anos. Mikhail permanece internado na ala psiquiátrica do Hospital de Base, após sua prisão em flagrante ter sido convertida em preventiva.

A investigação está sendo conduzida pela Corregedoria da Polícia Civil, que ainda não finalizou o inquérito. Desde o dia do crime, os policiais têm coletado depoimentos e evidências para encaminhar o caso ao Ministério Público do DF (MPDFT), que analisará as medidas cabíveis após a conclusão do inquérito. O MPDFT confirmou sua atuação na audiência de custódia, conforme exigido pela legislação.

As vítimas, Andréa Rodrigues Machado, esposa do delegado, Oscelina Moura Neves de Oliveira, empregada doméstica, e Priscila Pessoa, enfermeira-chefe, continuam internadas sem previsão de alta. O incidente começou no condomínio Santa Mônica, onde Mikhail disparou contra as duas primeiras. Em seguida, ele foi ao shopping Gilberto Salomão com seu filho e, após uma discussão no Hospital Brasília, atirou contra a enfermeira.

Após os disparos, Mikhail foi detido pela Polícia Militar e levado à Corregedoria. A Polícia Civil também abriu um procedimento administrativo para investigar sua conduta e possíveis responsabilidades, podendo aplicar penalidades adicionais.

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