Na sexta-feira, 27 de setembro, a tempestade tropical Helene provocou chuvas torrenciais em Asheville, Carolina do Norte, fazendo com que o Rio Broad atingisse 24,67 pés e o afluente Swannanoa 26,1 pés. A água transbordou, inundando bairros e destruindo infraestruturas essenciais, como linhas de energia, torres de celular e sistemas de distribuição de água. Embora […]
Na sexta-feira, 27 de setembro, a tempestade tropical Helene provocou chuvas torrenciais em Asheville, Carolina do Norte, fazendo com que o Rio Broad atingisse 24,67 pés e o afluente Swannanoa 26,1 pés. A água transbordou, inundando bairros e destruindo infraestruturas essenciais, como linhas de energia, torres de celular e sistemas de distribuição de água. Embora os primeiros relatos de fatalidades fossem baixos, as autoridades alertaram que o número de vítimas poderia aumentar devido à falta de serviços básicos, como energia e água, que só seriam restaurados em 18 de novembro, 53 dias após a tempestade.
Basil, parceiro do autor, enfrentou dificuldades em Asheville, onde a comunicação era escassa. Ele buscou água em um hospital e encontrou um ponto com Wi-Fi em um hotel. Enquanto isso, as estradas estavam bloqueadas por árvores caídas e detritos, dificultando a mobilidade. A destruição em áreas conhecidas e queridas pelo autor, como o Southside Studios, foi devastadora. Artistas como Hannah Cole perderam tudo, incluindo obras e materiais, enquanto outros, como Melissa Weiss, enfrentaram perdas significativas em seus estúdios.
A River Arts District, que abriga mais de 300 artistas, foi severamente afetada. Após a inundação, muitos artistas tentaram recuperar suas obras danificadas, enquanto a comunidade se mobilizava para ajudar na limpeza. O local, que antes atraía turistas, agora se tornava um ponto de observação do desastre. A solidariedade entre os artistas e a comunidade foi um aspecto positivo em meio à tragédia, com muitos se unindo para ajudar uns aos outros na recuperação.
Em Marshall, a situação era igualmente crítica, com a cidade se transformando em um centro de ajuda mútua. Artistas como Frank Lombardo lideravam esforços de limpeza, enfrentando desafios logísticos e emocionais. A resposta da comunidade, incluindo a ajuda de voluntários e do exército, destacou a importância da colaboração em tempos de crise. A determinação dos artistas em reconstruir e apoiar uns aos outros trouxe um novo sentido de esperança e resiliência, mostrando que, apesar das perdas, a força da comunidade prevalece.
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