Na última quinta-feira, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Thiffany Ribeiro e Silva, de 22 anos, e Jonatas Silva Monteiro, de 26, foram presos em flagrante suspeitos de homicídio do filho dela, Nathan Miguel Ribeiro Santos, de quatro anos. O menino foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Miguel Couto, onde os médicos […]
Na última quinta-feira, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, Thiffany Ribeiro e Silva, de 22 anos, e Jonatas Silva Monteiro, de 26, foram presos em flagrante suspeitos de homicídio do filho dela, Nathan Miguel Ribeiro Santos, de quatro anos. O menino foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Miguel Couto, onde os médicos constataram sua morte e notaram diversos hematomas em seu corpo, levantando suspeitas de agressão.
Jonatas alegou que Nathan havia caído da cama três dias antes de sua morte e que, na quinta-feira, enquanto estava sozinho com a criança, ele começou a se queixar de dores. Após contatar Thiffany, o casal se dirigiu à UPA. A Polícia Militar foi acionada e, ao investigar, descobriu que Jonatas agredia o menino para “educá-lo”, e que Thiffany também participava das agressões.
O corpo de Nathan foi submetido a uma necrópsia no Instituto Médico-Legal (IML) de Nova Iguaçu, e seu enterro ocorreu no último sábado. Este caso ocorre em um contexto alarmante, pois dois dias antes, outra criança, Benjamyn Leonel da Silva, de dois anos, também morreu com sinais de maus-tratos na Baixada Fluminense. Sua mãe, Rafaela Vitória da Silva Ávila, de 18 anos, e seu padrasto, Daniel Luiz Santana Viegas, de 22, foram presos sob suspeita de maus-tratos.
Benjamyn foi levado à UPA de Parque Lafaiete em Duque de Caxias com sinais vitais fracos e, apesar do atendimento médico, não sobreviveu. Os hematomas em seu corpo chamaram a atenção dos médicos, que acionaram a polícia. A Justiça decretou a prisão temporária de Rafaela e Daniel, evidenciando a gravidade da situação de violência contra crianças na região.
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