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Tragédia em Cruzília: helicóptero cai e deixa três mortos em fazenda mineira

- Um helicóptero da Aerogreen Aviação Agrícola caiu em Cruzília-MG, matando três. - As vítimas foram identificadas como Fernando, Lúcio e Elaine, funcionários da fazenda. - O acidente ocorreu durante um voo recreativo, sem problemas prévios na aeronave. - O helicóptero, modelo Robinson R44 II, não tinha autorização para táxi aéreo. - Investigações estão em andamento para determinar as causas da queda e segurança.

Um helicóptero da Aerogreen Aviação Agrícola Ltda caiu na tarde de segunda-feira (27) na Fazenda Cachoeira, em Cruzília, Minas Gerais, resultando na morte de três pessoas. Entre as vítimas estão o piloto Fernando André Ferreira, de 46 anos, e um casal de funcionários da fazenda, Lúcio André Duarte, de 39 anos, e Elaine Moraes Souza, […]

Um helicóptero da Aerogreen Aviação Agrícola Ltda caiu na tarde de segunda-feira (27) na Fazenda Cachoeira, em Cruzília, Minas Gerais, resultando na morte de três pessoas. Entre as vítimas estão o piloto Fernando André Ferreira, de 46 anos, e um casal de funcionários da fazenda, Lúcio André Duarte, de 39 anos, e Elaine Moraes Souza, de 37 anos. A aeronave, que realizava um voo panorâmico após trabalhos agrícolas, caiu durante o retorno ao heliponto e pegou fogo.

De acordo com relatos, o acidente ocorreu por volta das 16h e foi precedido por um barulho ouvido por funcionários da fazenda. Apesar das tentativas de resgate, o piloto foi encontrado sem sinais vitais, enquanto os corpos de Lúcio e Elaine foram localizados entre os destroços da aeronave em chamas. O Corpo de Bombeiros de São Lourenço foi acionado para controlar o incêndio e realizar a avaliação das vítimas.

A Polícia Civil também foi chamada para investigar as causas do acidente. O dono da fazenda, Amauri Pinto Costa, afirmou que não havia problemas identificados na aeronave antes do voo e que os ocupantes estavam retornando de uma visita a outra propriedade. A aeronave, um Robinson R44 II, era adaptada para pulverização agrícola e não tinha autorização para realizar táxi aéreo.

As identidades das vítimas ainda não foram oficialmente confirmadas, mas a perícia está em andamento para determinar as causas da queda. O helicóptero, fabricado em 2009, pertencia à Cooperativa de Crédito de Livre Admissão da Grande Goiânia Ltda e era operado por um piloto da HDG Escola de Aviação Civil. A tragédia levanta questões sobre a segurança em operações aéreas agrícolas na região.

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