Os empresários Guilherme Osório de Oliveira, de 50 anos, e Marina Célia Lopes da Cruz Oliveira, de 48, sócios da Coffee Mogiana, foram presos na noite de terça-feira (28) em Caraguatatuba (SP). Eles eram considerados foragidos desde 16 de janeiro, quando a Justiça decretou sua prisão preventiva, e são suspeitos de apropriação indébita qualificada, envolvendo […]
Os empresários Guilherme Osório de Oliveira, de 50 anos, e Marina Célia Lopes da Cruz Oliveira, de 48, sócios da Coffee Mogiana, foram presos na noite de terça-feira (28) em Caraguatatuba (SP). Eles eram considerados foragidos desde 16 de janeiro, quando a Justiça decretou sua prisão preventiva, e são suspeitos de apropriação indébita qualificada, envolvendo o desaparecimento de cerca de R$ 63 milhões em sacas de café em Altinópolis (SP).
O casal, que atua no setor de armazenagem de grãos há pelo menos dez anos, estava desaparecido após produtores da região da Alta Mogiana denunciarem o sumiço das sacas armazenadas em seus galpões. Inicialmente, o prejuízo estimado era de R$ 25 milhões, mas esse valor foi revisado à medida que as investigações avançaram. Uma família, por exemplo, relatou a perda de 7,7 mil sacas, totalizando um prejuízo de R$ 16 milhões.
Após a prisão, Guilherme e Marina passaram por audiência de custódia nesta quarta-feira (29), onde a Justiça decidiu manter a prisão. Os advogados do casal afirmaram que a prisão preventiva será contestada e que eles estão dispostos a colaborar com as investigações, confiando que os fatos serão esclarecidos.
O caso ganhou notoriedade em 16 de janeiro, quando os produtores, preocupados com a falta de contato com o casal, procuraram a polícia. A investigação da Polícia Civil apura a situação, que pode resultar em um prejuízo total de até R$ 70 milhões.
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