O motorista Sinomar Antônio de Ataides, de 52 anos, foi liberado após pagar fiança de R$ 1 mil. Ele havia sido preso em flagrante por atropelar e matar o ciclista Victor de Aquino Costa, de 18 anos, na BR-020, na manhã de 27 de janeiro de 2024. O sepultamento de Victor ocorreu no dia seguinte, […]
O motorista Sinomar Antônio de Ataides, de 52 anos, foi liberado após pagar fiança de R$ 1 mil. Ele havia sido preso em flagrante por atropelar e matar o ciclista Victor de Aquino Costa, de 18 anos, na BR-020, na manhã de 27 de janeiro de 2024. O sepultamento de Victor ocorreu no dia seguinte, reunindo familiares e amigos que clamaram por justiça.
A decisão de liberar Ataides foi tomada pelo juiz Rômulo Batista Teles, que acatou o pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Além do pagamento da fiança, o magistrado impôs medidas cautelares, como a proibição de deixar o Distrito Federal por mais de 30 dias e a suspensão da sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que já foi efetivada pelo Detran-DF. O teste do bafômetro indicou 0,51 mg/l de álcool em seu organismo.
O advogado de defesa, Italo Suess, argumentou que o acidente foi causado por uma manobra imprudente de outro veículo, que teria fechado o carro de Ataides. Ele afirmou que a quantidade de álcool ingerida, apenas dois goles de Catuaba, não comprometeu a capacidade de direção do cliente. A defesa também destacou que a polícia não encontrou evidências de consumo excessivo de álcool no local do acidente.
O atropelamento ocorreu no KM 29 da BR-020, em Planaltina, e Victor foi atendido pelo Corpo de Bombeiros, mas não sobreviveu aos ferimentos. O local do acidente ficou sob a responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A tia de Victor expressou a dor da família e pediu que o autor do acidente fosse responsabilizado.
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