As duas caixas-pretas do avião da American Airlines que colidiu com um helicóptero militar em Washington, D.C., foram recuperadas na quinta-feira (30). O acidente, ocorrido na noite de quarta-feira (29), resultou na morte de 67 pessoas, incluindo 64 ocupantes do avião e três soldados a bordo do helicóptero. O avião, um Bombardier CRJ700, estava em […]
As duas caixas-pretas do avião da American Airlines que colidiu com um helicóptero militar em Washington, D.C., foram recuperadas na quinta-feira (30). O acidente, ocorrido na noite de quarta-feira (29), resultou na morte de 67 pessoas, incluindo 64 ocupantes do avião e três soldados a bordo do helicóptero. O avião, um Bombardier CRJ700, estava em aproximação para pouso no Aeroporto Nacional Ronald Reagan quando ocorreu a colisão, que deixou destroços espalhados no rio Potomac.
Informações preliminares indicam que o helicóptero Black Hawk estava voando a uma altitude superior ao permitido, que é de 200 pés. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o helicóptero estava “muito alto” e questionou a atuação dos controladores de tráfego aéreo. Um único controlador estava gerenciando tanto o tráfego de aviões quanto o de helicópteros no momento do acidente, o que não é comum e pode ter contribuído para a tragédia.
Os investigadores do NTSB (Conselho Nacional de Segurança nos Transportes) estão analisando os dados das caixas-pretas para determinar as causas do acidente. Um relatório preliminar deve ser divulgado em até 30 dias. Até o momento, 41 corpos foram recuperados, e as operações de busca continuam, enfrentando condições adversas no rio, como baixa temperatura e correnteza forte.
Entre as vítimas estavam atletas e treinadores de patinação artística, incluindo dois ex-campeões mundiais russos. A comunidade da patinação está em luto, e a U.S. Figure Skating expressou suas condolências às famílias afetadas. O acidente é considerado o mais mortal na aviação comercial dos EUA desde 2001, levantando questões sobre a segurança do espaço aéreo na região.
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