Um menino de cinco anos morreu após a explosão de uma câmara hiperbárica em um centro médico em Troy, Michigan, nos Estados Unidos, na última sexta-feira, 31 de janeiro. A morte foi confirmada no local pelos socorristas, que também informaram que a mãe da criança, que estava ao lado da câmara, sofreu ferimentos nos braços. […]
Um menino de cinco anos morreu após a explosão de uma câmara hiperbárica em um centro médico em Troy, Michigan, nos Estados Unidos, na última sexta-feira, 31 de janeiro. A morte foi confirmada no local pelos socorristas, que também informaram que a mãe da criança, que estava ao lado da câmara, sofreu ferimentos nos braços. O incidente ocorreu no The Oxford Center, que oferece terapia hiperbárica para diversas condições de saúde sem comprovação científica.
De acordo com o Departamento de Bombeiros de Troy, a câmara hiperbárica contém 100% de oxigênio, uma quantidade até três vezes maior que a do ar normal, o que a torna potencialmente inflamável em ambientes pressurizados. Apesar disso, os bombeiros afirmaram que explosões desse tipo são incomuns e que a causa do incidente está sob investigação. O tenente Ben Hancock, do Departamento de Polícia de Troy, destacou que o caso permanece em apuração ativa.
O tratamento hiperbárico é utilizado para inalação de oxigênio puro em pressão elevada, visando tratar feridas, infecções e condições respiratórias. O The Oxford Center atende crianças com doenças autoimunes e transtornos psíquicos, mas não divulgou detalhes sobre o diagnóstico da vítima. O porta-voz do centro, Andrew Kistner, declarou que o dia da explosão foi um “dia excepcionalmente difícil” e reafirmou que a segurança das crianças é a maior prioridade da instituição.
As autoridades locais ainda não forneceram mais informações sobre o caso. O The Oxford Center, que opera há mais de 15 anos, se comprometeu a colaborar com as investigações para entender as circunstâncias que levaram à tragédia.
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