Neste domingo, 2 de fevereiro de 2025, a Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu um policial penal suspeito de envolvimento no assassinato do advogado Cássio Bruno Barroso, ocorrido em 3 de outubro de 2024, em frente ao escritório da vítima, em Rio Verde. O policial é acusado de ter fornecido a arma utilizada no crime. […]
Neste domingo, 2 de fevereiro de 2025, a Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu um policial penal suspeito de envolvimento no assassinato do advogado Cássio Bruno Barroso, ocorrido em 3 de outubro de 2024, em frente ao escritório da vítima, em Rio Verde. O policial é acusado de ter fornecido a arma utilizada no crime.
As investigações indicam que o suspeito adquiriu a pistola de um Caçador, Atirador e Colecionador (CAC) enquanto era diretor do presídio de Mozarlândia (GO). A identificação da arma foi possível através de um vídeo gravado pelo executor do homicídio, que revelou a numeração da pistola. Esta arma estava registrada em nome de um CAC, que foi preso em 14 de janeiro de 2025, em Montes Claros.
Durante a apuração, o CAC informou à polícia que havia vendido a pistola ao policial penal. Ao ser contatado, o suspeito tentou dificultar a investigação, apresentando uma arma semelhante, mas que não era a utilizada no crime, conforme a PCGO. O policial foi detido na BR-070, entre Goiás e Itaberaí, e encaminhado à Corregedoria do sistema prisional.
Em busca na residência do acusado, a polícia apreendeu outras duas armas de fogo. A prisão do policial penal destaca a continuidade das investigações em torno do caso e a busca por justiça no assassinato do advogado.
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