O soldado e influenciador Rafael Rodrigues Novais, de 32 anos, foi assassinado a tiros na manhã de quinta-feira (6) em frente à sua casa no Jardim Paulistano, Zona Norte de São Paulo. Novais, que ingressou na Polícia Militar em maio de 2016 e estava lotado no 4º Batalhão desde 2021, era conhecido por sua atuação […]
O soldado e influenciador Rafael Rodrigues Novais, de 32 anos, foi assassinado a tiros na manhã de quinta-feira (6) em frente à sua casa no Jardim Paulistano, Zona Norte de São Paulo. Novais, que ingressou na Polícia Militar em maio de 2016 e estava lotado no 4º Batalhão desde 2021, era conhecido por sua atuação nas redes sociais, onde compartilhava conteúdos sobre a rotina policial. A corporação o descreveu como um “símbolo de inspiração”, destacando seu compromisso com a segurança e a proteção da sociedade.
Câmeras de segurança registraram o momento em que o autor do crime, identificado como André Malta, chamou Novais para fora de casa. Após um breve cumprimento, Malta disparou contra o policial, atingindo-o na cabeça. O soldado foi socorrido por helicóptero ao Pronto Socorro de Taipas, mas não resistiu aos ferimentos. O crime ocorreu enquanto Novais estava de folga e sem uniforme. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que o caso foi registrado como homicídio doloso no 72º DP (Vila Penteado).
Malta, que era vizinho de Novais e tinha uma dívida de R$ 300 relacionada a um retrovisor quebrado, foi localizado e morto em uma troca de tiros com a polícia horas após o crime. Durante a abordagem, ele disparou contra os policiais, que revidaram. A morte de Novais gerou comoção nas redes sociais, onde ele contava com mais de 50 mil seguidores no Instagram e 66 mil no TikTok, onde compartilhava sua rotina como policial.
O velório de Rafael Rodrigues Novais ocorrerá no Rio Pequeno, com sepultamento marcado para às 16h no Cemitério Vila Nova Cachoeirinha. A Polícia Militar lamentou a perda do soldado, ressaltando seu papel como referência para as comunidades e especialmente para as crianças que o viam como um herói. A investigação sobre o caso segue sob a responsabilidade do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
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