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Policiais invadem residência por engano e morador relata terror com armas em Guarujá

- Manoel Lourenço de Barros, 69 anos, sofreu invasão policial em Guarujá. - Policiais confundiram endereços e arrombaram sua residência às 6h20. - O morador relatou ter acordado com armas apontadas para ele. - Tentativas de registrar a ocorrência falharam em várias delegacias. - SSP de São Paulo investiga o caso e promete reorientar os agentes envolvidos.

Um morador de Guarujá, São Paulo, afirma que policiais militares invadiram sua residência por engano ao cumprir uma ordem judicial. Manoel Lourenço de Barros, de 69 anos, relata que os agentes do 2° Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) arrombaram sua casa por volta das 6h20 de sexta-feira, 7 de fevereiro, no bairro Vila […]

Um morador de Guarujá, São Paulo, afirma que policiais militares invadiram sua residência por engano ao cumprir uma ordem judicial. Manoel Lourenço de Barros, de 69 anos, relata que os agentes do 2° Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) arrombaram sua casa por volta das 6h20 de sexta-feira, 7 de fevereiro, no bairro Vila Edna. Segundo ele, a confusão ocorreu devido à semelhança nos endereços, onde sua casa possui um código “A” após o número, enquanto o endereço correto não.

Durante a invasão, Manoel e sua esposa foram acordados abruptamente com armas apontadas para eles. Ele descreveu o momento como aterrorizante, afirmando que ficou tão assustado que perdeu a fala. Após a ação, os policiais deixaram o local sem prestar qualquer assistência ou orientação, o que deixou Manoel ainda mais frustrado. “Só demoliram tudo aqui e sumiram”, disse ele.

O morador tentou registrar a ocorrência na Polícia Civil, mas enfrentou dificuldades. Ele foi orientado a ir a diferentes delegacias, mas não conseguiu formalizar a queixa. “Agora eu tô aqui com o portão todo aberto, quebrado”, lamentou. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP) declarou que os fatos estão sendo analisados pelas polícias Civil e Militar, e que medidas cabíveis serão tomadas.

A SSP também afirmou que o relato de Manoel não condiz com as práticas da Polícia Civil e que os agentes envolvidos serão reorientados. O portal questionou a secretaria sobre o cumprimento do mandado, mas não obteve resposta.

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