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Mulher é presa por perseguir dentista e noiva por mais de cinco anos em SC

- Daiane Priscila Szlachta Terrez, de 34 anos, foi presa em Itajaí por perseguição. - O dentista Felipe Cordeiro e sua noiva, Bruna Mascarello, relataram anos de terror. - A mulher descumpriu medidas judiciais que a proibiam de se aproximar do casal. - Ela foi indiciada por injúria, ameaça e perseguição após investigações da Polícia Civil. - A defesa alega inocência e busca provar a não culpabilidade da mulher.

Uma mulher de 34 anos, identificada como Daiane Priscila Szlachta Terrez, foi presa em Itajaí, Santa Catarina, no dia 3 de fevereiro, após descumprir medidas judiciais que a proibiam de se aproximar de um dentista e sua noiva. A prisão ocorreu após mais de cinco anos de perseguição, que começou em 2019, quando Daiane conheceu […]

Uma mulher de 34 anos, identificada como Daiane Priscila Szlachta Terrez, foi presa em Itajaí, Santa Catarina, no dia 3 de fevereiro, após descumprir medidas judiciais que a proibiam de se aproximar de um dentista e sua noiva. A prisão ocorreu após mais de cinco anos de perseguição, que começou em 2019, quando Daiane conheceu o dentista durante um tratamento odontológico em Itapema. O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou a prisão preventiva devido ao descumprimento das ordens judiciais.

Os crimes pelos quais Daiane foi indiciada incluem injúria, ameaça e perseguição. O casal, Felipe Cordeiro e Bruna Mascarello, registrou diversos boletins de ocorrência ao longo dos anos, relatando os atos de perseguição. Em uma publicação nas redes sociais, feita pouco antes de sua prisão, Daiane mencionou o dentista, chamando-o de “amor” e ofendendo sua noiva, além de afirmar ter enviado “inúmeros e-mails” com instruções para ele.

Felipe e Bruna relataram que a perseguição afetou sua liberdade e a de seus familiares, que também foram importunados. Em uma declaração, o casal afirmou: “Passamos a viver um inferno, uma vida restrita, sempre com cautela.” Eles compartilharam mensagens e ameaças recebidas ao longo dos anos, destacando o clima de medo que enfrentam.

A investigação, conduzida pela Polícia Civil, começou com um termo circunstanciado contra Daiane. O delegado Ícaro Malveira informou que o MPSC pediu mais diligências para aprofundar o caso antes de decidir sobre uma denúncia formal. A defesa de Daiane foi assumida pelo advogado Jasson Paulo Neto, que declarou que ela “se declara inocente e pretende provar sua inocência.”

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