Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Traficante Bill é suspeito de ser o mandante da morte de Gritzbach e elo entre facções

- Emílio Carlos Gongorra Castilho, conhecido como Cigarreira, é um traficante do PCC. - Cigarreira é suspeito de ser o mandante do assassinato de Vinícius Gritzbach. - Uma trégua entre PCC e Comando Vermelho está sendo negociada, com "salves" internos. - Diego Amaral, conhecido como "Didi", é foragido e pode ter ajudado Cigarreira. - A polícia investiga conexões de Cigarreira com agentes da Polícia Civil e busca evidências.

0:00
Carregando...
0:00

Apontado como um dos principais traficantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo, Emílio Carlos Gongorra Castilho, conhecido como Bill ou Cigarreira, é suspeito de ser o mandante do assassinato de Vinícius Gritzbach, delator da facção. Investigações indicam que Cigarreira atua como elo entre o PCC e o Comando Vermelho (CV). Nesta quinta-feira […]

Apontado como um dos principais traficantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) em São Paulo, Emílio Carlos Gongorra Castilho, conhecido como Bill ou Cigarreira, é suspeito de ser o mandante do assassinato de Vinícius Gritzbach, delator da facção. Investigações indicam que Cigarreira atua como elo entre o PCC e o Comando Vermelho (CV). Nesta quinta-feira (13), foi noticiado que as duas organizações criminosas estão em negociações para uma trégua, com Cigarreira supostamente escondido na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, sob proteção do CV.

A trégua entre o PCC e o CV, ensaiada desde 2019, foi confirmada por líderes das facções, Márcio dos Santos Nepomuceno e Marco Willian Herbas Camacho. Avisos internos do PCC, conhecidos como “salves”, indicam que é proibido matar membros da facção concorrente ou invadir seus territórios. Cigarreira é suspeito de ter articulado o assassinato de Gritzbach com a ajuda de Diego Amaral, conhecido como Didi, que está foragido na Bolívia. A força-tarefa de investigação considera solicitar apoio ao governo boliviano para capturá-lo.

Gritzbach foi sequestrado em 2022 após a morte de Cara Preta, um importante membro do PCC, e posteriormente liberado mediante promessas de entrega de bens e senhas de contas de criptomoedas. O secretário-executivo de Segurança Pública, Osvaldo Nico, afirmou que Cigarreira agiu por “vingança pessoal” e que ele teria fugido para a Vila Cruzeiro. A investigação aponta que Didi, primo de um engenheiro ligado a Cigarreira, teria informado os atiradores sobre a localização de Gritzbach no Aeroporto de Guarulhos, onde foi assassinado em novembro de 2024.

Apesar das suspeitas, a força-tarefa não é unânime em considerar Cigarreira como mandante do crime, devido à falta de evidências que o conectem diretamente aos policiais militares envolvidos. Além do mandado de prisão contra Cigarreira, a polícia cumpre outros 20 mandados de busca e apreensão, sem alvos entre os policiais. As viaturas ainda não retornaram das operações em andamento.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais