O Rio de Janeiro enfrenta um fevereiro atípico, com temperaturas médias de 36,6°C, a mais alta desde 2003. Na primeira quinzena do mês, 2,4 mil pessoas procuraram atendimento médico devido a problemas relacionados ao calor, como queimaduras e desidratação, afetando principalmente idosos e crianças. A cidade foi classificada no nível “Calor 4”, com máximas entre […]
O Rio de Janeiro enfrenta um fevereiro atípico, com temperaturas médias de 36,6°C, a mais alta desde 2003. Na primeira quinzena do mês, 2,4 mil pessoas procuraram atendimento médico devido a problemas relacionados ao calor, como queimaduras e desidratação, afetando principalmente idosos e crianças. A cidade foi classificada no nível “Calor 4”, com máximas entre 40°C e 44°C por três dias consecutivos, o que levou à abertura de pontos de resfriamento e hidratação.
O protocolo de calor foi implementado após um caso fatal de hipertermia em 2023, considerando não apenas a temperatura, mas também a radiação ultravioleta e a duração das ondas de calor. Essa medida visa proteger a população durante os períodos de calor extremo, que têm se tornado mais frequentes. Além do calor, a seca tem contribuído para o aumento de incêndios em áreas de vegetação.
Os bombeiros registraram mais de 2 mil ocorrências de focos de incêndio nos primeiros 45 dias de 2025, um aumento significativo em comparação com o mesmo período de 2024. A combinação de altas temperaturas e tempo seco tem gerado preocupações sobre a segurança e a saúde pública na região. As autoridades seguem monitorando a situação e implementando medidas para mitigar os impactos do calor intenso.
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