O rapper Oruam foi preso na quinta-feira, 20, na orla da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, após tentar fugir de uma abordagem policial realizando uma manobra pela contramão. Segundo a Polícia Civil, ele foi autuado em flagrante por direção perigosa e teve a fiança fixada em R$ 60 mil. A assessoria […]
O rapper Oruam foi preso na quinta-feira, 20, na orla da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, após tentar fugir de uma abordagem policial realizando uma manobra pela contramão. Segundo a Polícia Civil, ele foi autuado em flagrante por direção perigosa e teve a fiança fixada em R$ 60 mil. A assessoria do artista informou que ele foi detido durante uma blitz.
O rapper Orochi esteve na delegacia onde Oruam se encontrava, chegando em um McLaren 720S, um supercarro avaliado em mais de R$ 3 milhões. Ao ser questionado sobre ajudar a pagar a fiança, Orochi afirmou: “Com certeza”. A presença do colega gerou repercussão entre os repórteres que acompanhavam o caso.
Paralelamente, vereadores do Rio de Janeiro discutem um projeto de lei conhecido como “lei anti-Oruam”, que visa proibir a contratação de artistas que façam apologia ao crime ou ao uso de drogas em eventos públicos voltados para crianças e adolescentes. A proposta, que já recebeu apoio em outros estados, ainda precisa passar por comissões antes de ser votada em plenário.
Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, é um rapper de 23 anos e filho de Marcinho VP, um dos líderes do Comando Vermelho. Com cerca de 10 milhões de ouvintes mensais no Spotify e 9 milhões de seguidores no Instagram, ele é uma figura influente na música brasileira, mas também é alvo de polêmicas, incluindo sua tatuagem de Elias Maluco e declarações sobre a liberdade de seu pai.
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