Na manhã deste domingo, 23 de fevereiro de 2024, um avião da Gol que partiu do Aeroporto de Brasília com destino ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, teve que retornar após colidir com um pássaro, conhecido como bird strike. O voo G3 1445 decolou às 9h10 e, cerca de 40 minutos depois, às 9h53, […]
Na manhã deste domingo, 23 de fevereiro de 2024, um avião da Gol que partiu do Aeroporto de Brasília com destino ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, teve que retornar após colidir com um pássaro, conhecido como bird strike. O voo G3 1445 decolou às 9h10 e, cerca de 40 minutos depois, às 9h53, pousou novamente em Brasília, sem feridos. A companhia aérea garantiu que o pouso ocorreu em “total segurança”.
A Inframerica, responsável pela administração do aeroporto, informou que o incidente não afetou as operações do terminal. Após o retorno, a aeronave foi submetida a inspeção. A Gol ofereceu aos passageiros a opção de reacomodação em outro voo, que estava programado para decolar às 11h55, ou em voos subsequentes disponíveis, conforme a resolução 400 da ANAC.
A Gol destacou que todas as ações tomadas foram focadas na segurança, que é considerada a prioridade máxima da companhia. Colisões com pássaros são eventos comuns na aviação e podem causar danos significativos às aeronaves. Um episódio semelhante ocorreu recentemente com um voo da Latam, que também precisou retornar após um bird strike durante a decolagem no Rio de Janeiro.
Esses incidentes ressaltam a importância das medidas de segurança na aviação. A Gol reafirmou seu compromisso em seguir protocolos rigorosos para garantir a integridade das operações e a segurança dos passageiros.
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