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DNA de policiais presos é encontrado em carro usado na execução de Gritzbach, aponta perícia

- A Polícia Científica de São Paulo identificou DNA de dois policiais no crime. - Ruan Silva Rodrigues e Denis Martins são acusados de assassinato de Gritzbach. - Imagens de segurança e geolocalização ligam os suspeitos ao local do crime. - A defesa nega envolvimento e promete apresentar contraprovas ao laudo. - O assassinato ocorreu em novembro, gerando prisões de policiais militares.

A Polícia Científica de São Paulo confirmou que o material genético encontrado no carro utilizado no assassinato do delator do PCC, Antonio Vinicius Gritzbach, é compatível com o DNA de dois policiais militares presos, acusados de serem os atiradores. As análises revelaram que o perfil genético do soldado Ruan Silva Rodrigues foi identificado na maçaneta […]

A Polícia Científica de São Paulo confirmou que o material genético encontrado no carro utilizado no assassinato do delator do PCC, Antonio Vinicius Gritzbach, é compatível com o DNA de dois policiais militares presos, acusados de serem os atiradores. As análises revelaram que o perfil genético do soldado Ruan Silva Rodrigues foi identificado na maçaneta traseira do Volkswagen Gol, indicando sua proximidade com Gritzbach durante o ataque, conforme imagens de segurança do aeroporto de Guarulhos.

Além disso, o DNA do cabo Denis Martins foi encontrado em um moletom e luvas abandonados nas proximidades do crime. O tenente Fernando Genauro, suspeito de ser o motorista, não teve seu material genético compatível encontrado. O Gol foi abandonado em Guarulhos às 16h14 do dia 8 de novembro, apenas 11 minutos após o assassinato, e perto do local foram descobertas bolsas contendo dois fuzis e carregadores.

Imagens de câmeras de segurança mostraram dois homens descartando objetos próximos ao local do crime. A Corregedoria observou que um dos homens tinha aproximadamente 1,80m e o outro 1,90m. O mais baixo, identificado como Denis, e o mais alto, Ruan, apresentaram características físicas que coincidem com as descrições. Uma tatuagem de Denis também foi reconhecida nas gravações feitas dentro de um ônibus, onde ambos foram filmados.

O advogado dos policiais, Mauro da Costa Ribas Junior, afirmou que Denis e Ruan são inocentes e negou sua presença no veículo ou no aeroporto no dia do crime. Ele declarou que a defesa apresentará contraprovas para contestar as conclusões do laudo pericial.

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