Um mês após iniciar uma rifa solidária para trazer os restos mortais do fotógrafo Flávio Castro ao Brasil, a família ainda busca recursos para a cremação e o translado de Paris. Para arrecadar fundos, a mãe do fotógrafo decidiu rifar a bicicleta dele, avaliada em R$ 8 mil. Foram disponibilizados três mil números a R$ […]
Um mês após iniciar uma rifa solidária para trazer os restos mortais do fotógrafo Flávio Castro ao Brasil, a família ainda busca recursos para a cremação e o translado de Paris. Para arrecadar fundos, a mãe do fotógrafo decidiu rifar a bicicleta dele, avaliada em R$ 8 mil. Foram disponibilizados três mil números a R$ 20,00 cada, com 2.144 bilhetes vendidos até o momento, restando 856 disponíveis. O sorteio está agendado para 25 de abril.
O Itamaraty informou que não pode ajudar nas despesas, citando impedimentos legais. Segundo o órgão, “o traslado dos restos mortais de brasileiros falecidos no exterior é decisão da família e não pode ser custeado com recursos públicos”, conforme o § 1º do artigo 257 do decreto 9.199/2017.
Flávio Castro, de 36 anos, desapareceu em 26 de novembro do ano passado. Seu corpo foi encontrado no rio Sena em 10 de janeiro. Ele estava em Paris para fotografar o casamento de amigos brasileiros e ficou na cidade por algumas semanas. Um dia antes de retornar ao Brasil, Flávio caiu no rio e foi hospitalizado, recebendo alta, mas desapareceu no mesmo dia.
O caso gerou comoção e a rifa é uma tentativa da família de honrar a memória do fotógrafo, que teve sua vida interrompida de forma trágica. A busca por recursos continua, enquanto a família aguarda o desfecho da rifa e a possibilidade de trazer Flávio de volta ao Brasil.
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