A brasileira Érika Hecksher enfrenta uma batalha judicial pela guarda de seu filho H, de dez anos, após uma viagem a Portugal. O ex-marido, Rui Fonseca e Castro, não devolveu a criança em janeiro, levando Érika a buscar uma medida cautelar em Viana do Castelo. O Ministério Público classificou o caso como rapto internacional, conforme […]
A brasileira Érika Hecksher enfrenta uma batalha judicial pela guarda de seu filho H, de dez anos, após uma viagem a Portugal. O ex-marido, Rui Fonseca e Castro, não devolveu a criança em janeiro, levando Érika a buscar uma medida cautelar em Viana do Castelo. O Ministério Público classificou o caso como rapto internacional, conforme a Convenção de Haia. Érika esteve no tribunal, mas teve acesso negado ao processo, apenas sabendo da audiência programada.
Rui tenta obter a guarda de H, alegando que a criança corre perigo no Brasil. Érika, por sua vez, acredita que a motivação é política, afirmando que Rui deseja doutrinar o filho com ideais extremistas. Ela citou mensagens que Rui compartilhou em redes sociais, elogiando Adolf Hitler e promovendo discursos de ódio. Érika teme que Rui esteja moldando a mentalidade de H, já que seus outros filhos têm vergonha das posições do pai.
O ex-juiz, afastado da magistratura por defender posições negacionistas, está ligado a grupos radicais de ultradireita em Portugal, como o Habeas Corpus. Érika afirma que Rui pode estar levando H a eventos desses grupos, e que ele matriculou o filho em uma escola sem seu consentimento. Ela relata que Rui parou de pagar pensão e tenta enfraquecer a relação entre mãe e filho, enquanto enfrenta dificuldades financeiras em Portugal.
Atualmente, Érika depende de doações para sobreviver e se sente excluída da vida escolar de H, já que não pode acessar informações sobre o filho. Com apenas € 10 (R$ 60) disponíveis, a situação dela é crítica. O ex-juiz não respondeu às tentativas de contato.
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