O empresário e PM reformado Marcos Antônio Cortinas Lopes, de 58 anos, foi assassinado no dia 17 de janeiro, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O inquérito da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) revelou que o Cobalt utilizado no crime foi roubado dias antes do homicídio. O veículo foi colidido contra uma BMW […]
O empresário e PM reformado Marcos Antônio Cortinas Lopes, de 58 anos, foi assassinado no dia 17 de janeiro, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O inquérito da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) revelou que o Cobalt utilizado no crime foi roubado dias antes do homicídio. O veículo foi colidido contra uma BMW X6 blindada, forçando Lopes a sair do carro, momento em que foi fuzilado com cinco tiros.
Os autores do crime, que estavam no Cobalt, abandonaram o veículo no local e fugiram em duas motocicletas. A perícia confirmou que o carro tinha placas clonadas e que a execução é a principal linha de investigação, embora a polícia não tenha divulgado detalhes sobre a motivação do crime. Lopes já havia enfrentado problemas legais em 2020, quando foi condenado por receptação, mas obteve habeas corpus em agosto de 2024, permitindo sua progressão para regime aberto.
O advogado da família, William Araújo Silva, negou qualquer ligação de Lopes com milícias, afirmando que ele “não integra ou jamais integrou qualquer tipo de milícia”. Lopes, que foi homenageado em 2002 por apreensão de armas, tinha um histórico de envolvimento em atividades policiais, mas sua morte levanta questões sobre sua vida após a reforma. O crime ocorreu em uma das avenidas mais movimentadas da cidade, aumentando a preocupação com a segurança na região.
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