O julgamento do feminicídio de Catalina Gutiérrez, influenciadora de 21 anos assassinada em 17 de julho, teve início. O acusado, Néstor Alejandro Aguilar Soto, amigo e colega de classe da vítima, será julgado por um júri popular e juízes da Câmara Criminal e Correcional da 11ª Câmara. O crime ocorreu quando Catalina visitou Aguilar Soto […]
O julgamento do feminicídio de Catalina Gutiérrez, influenciadora de 21 anos assassinada em 17 de julho, teve início. O acusado, Néstor Alejandro Aguilar Soto, amigo e colega de classe da vítima, será julgado por um júri popular e juízes da Câmara Criminal e Correcional da 11ª Câmara. O crime ocorreu quando Catalina visitou Aguilar Soto em sua casa, onde ele a agrediu fisicamente e a estrangulou, resultando em sua morte por asfixia mecânica.
A investigação revelou que a relação entre os dois era marcada por violência de gênero, levando à classificação do crime como feminicídio. A pena para esse tipo de crime pode chegar à prisão perpétua. Após ser preso, Aguilar Soto confessou o assassinato, expressando arrependimento e afirmando que arruinou a vida de todos os envolvidos. Sua mãe, Janette, comentou sobre a situação, alegando que a mente do filho falhou e que o ocorrido poderia ter acontecido com qualquer um.
No dia do crime, Catalina buscou Aguilar Soto em sua casa no Barrio Jardín para ir a um boliche. Após uma discussão sobre a demora dela, ele a convenceu a buscá-lo. Câmeras de segurança registraram que, uma hora depois de Catalina chegar, Aguilar Soto saiu de casa com o corpo dela, dirigindo até o bairro Kennedy, onde abandonou o carro e ateou fogo. Ele retornou para casa e, ao receber uma ligação da mãe de Catalina, fingiu não tê-la visto.
Catalina Gutiérrez, filha do arquiteto Marcelo Gutiérrez, era uma figura ativa nas redes sociais, promovendo festas e produtos. Ela estava namorando outro rapaz e, segundo colegas, Aguilar Soto frequentemente a assediava. O caso destaca a necessidade de discutir a violência de gênero e suas consequências trágicas.
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