Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Polícia Civil aponta inconsistências nas declarações de PM e mulher em caso de assalto

- A Polícia Civil do Rio reabriu investigação após inconsistências nas declarações. - Josilene e Carlos Alberto acusaram Thiago e Igor de assalto, mas provas contradizem. - Thiago e Igor apresentaram registros de trabalho e imagens que comprovam inocência. - O policial militar alterou depoimento, confundindo horários do suposto roubo. - Mobilização popular e cobertura da imprensa evidenciaram divergências na versão.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro declarou que as declarações do policial militar da reserva, Carlos Alberto de Jesus, e da cabeleireira Josilene da Silva Souza são inconsistentes. Ambos incriminaram o mototaxista Thiago Gonçalves Marques e o estudante Igor Melo de Carvalho em um assalto ocorrido na madrugada da última segunda-feira. A corporação informou […]

A Polícia Civil do Rio de Janeiro declarou que as declarações do policial militar da reserva, Carlos Alberto de Jesus, e da cabeleireira Josilene da Silva Souza são inconsistentes. Ambos incriminaram o mototaxista Thiago Gonçalves Marques e o estudante Igor Melo de Carvalho em um assalto ocorrido na madrugada da última segunda-feira. A corporação informou que o procedimento respeitou a legislação e que novos depoimentos revelaram divergências nas versões apresentadas.

Josilene relatou que teve seu celular roubado por assaltantes em uma moto azul, enquanto estava acompanhada de Carlos. Após o assalto, ela e o policial identificaram Thiago e Igor, que estavam em uma motocicleta. Carlos alegou que disparou contra Igor após vê-lo tentando sacar uma arma, mas nem a arma nem o celular foram encontrados. A identificação dos suspeitos foi feita por meio de fotografias, onde Josilene reconheceu ambos.

Thiago e Igor apresentaram provas de que não estavam envolvidos no crime. Thiago trabalhava como motorista de aplicativo desde as 22h, e Igor, como garçom em uma casa de samba, sendo visto em imagens de segurança saindo do trabalho após o horário do assalto. A Polícia Militar confirmou que um PM da reserva se apresentou como autor dos disparos e que um dos homens foi preso, enquanto o outro ficou sob custódia no hospital.

Na manhã de quarta-feira, Carlos alterou seu depoimento, afirmando que se confundiu sobre os horários do roubo e que viu Thiago e Igor fazendo “movimentos suspeitos”. A PM afirmou que está colaborando com a investigação da Polícia Civil, que agora investiga a possibilidade de tentativa de homicídio no caso.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais