A filhote de ursa-polar, Nur, nascida no Aquário de São Paulo, teve seu primeiro contato com o gelo, essencial para a espécie. Com apenas três meses, ela explora seu ambiente, que simula o habitat natural dos ursos-polares. Nesta quarta-feira, em comemoração ao Dia do Urso-Polar, Nur foi apresentada ao público, enquanto continua a se alimentar […]
A filhote de ursa-polar, Nur, nascida no Aquário de São Paulo, teve seu primeiro contato com o gelo, essencial para a espécie. Com apenas três meses, ela explora seu ambiente, que simula o habitat natural dos ursos-polares. Nesta quarta-feira, em comemoração ao Dia do Urso-Polar, Nur foi apresentada ao público, enquanto continua a se alimentar do leite da mãe, Aurora.
O gelo é crucial para o bem-estar dos ursos, permitindo que expressem comportamentos naturais, como se secar após nadar. No entanto, a espécie enfrenta sérios riscos devido ao aquecimento global, que provoca o derretimento acelerado das calotas de gelo no Ártico. As temperaturas na região aumentam quatro vezes mais rápido que a média global, dificultando a caça de focas, principal alimento dos ursos-polares.
Um estudo da Universidade de Toronto revelou que a população de ursos-polares na Baía de Hudson, Canadá, caiu 50% desde a década de 1990, passando de cerca de 1.200 para apenas 600 animais. Essa diminuição é alarmante e reflete as dificuldades que a espécie enfrenta em seu habitat natural.
Tanto Nur quanto seus pais não teriam chances de sobrevivência no Ártico. Aurora foi resgatada ainda bebê e nunca aprendeu a caçar, enquanto Peregrino, seu pai, nasceu em cativeiro. Os filhotes de urso-polar nascem pequenos e indefesos, dependendo da mãe nos primeiros meses. No Aquário de São Paulo, a equipe monitora de perto o desenvolvimento de Nur, assegurando que ela cresça saudável e segura.
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