A Polícia Civil de Santa Catarina investiga o desvio de R$ 77 mil por uma aluna de Direito da UCEFF, em Chapecó. O dinheiro, arrecadado para a festa de formatura, foi perdido em apostas no Jogo do Tigrinho. A presidente da comissão organizadora, Cláudia Roberta Silva, admitiu o uso indevido dos fundos em uma mensagem […]
A Polícia Civil de Santa Catarina investiga o desvio de R$ 77 mil por uma aluna de Direito da UCEFF, em Chapecó. O dinheiro, arrecadado para a festa de formatura, foi perdido em apostas no Jogo do Tigrinho. A presidente da comissão organizadora, Cláudia Roberta Silva, admitiu o uso indevido dos fundos em uma mensagem enviada aos colegas em 27 de janeiro, pouco antes da cerimônia marcada para 22 de fevereiro, que foi cancelada.
O delegado regional Rodrigo Moura confirmou que a investigação apura a possibilidade de apropriação indébita ou estelionato. Um pedido foi feito à Justiça para rastrear os valores movimentados e tentar recuperar o montante desviado. Apenas R$ 2.000 foram pagos à empresa Nova Era Formaturas, responsável pelo evento, que não tinha controle sobre a arrecadação, segundo nota da empresa.
Os formandos, que contribuíram por três anos, expressaram indignação com a situação. Nicoli Bertoncelli Bison, uma das vítimas, relatou que a falta de transparência nas contas gerou desconfiança. Cláudia, que também utilizou recursos próprios, busca formas de reaver o valor perdido, enquanto seu advogado destaca os riscos das apostas online, que podem levar a perdas financeiras e emocionais.
A Nova Era Formaturas se posicionou, afirmando que não teve responsabilidade pela administração dos valores e que está buscando soluções para ajudar os formandos a viabilizar a celebração. O caso levanta preocupações sobre a segurança financeira em eventos organizados por estudantes e o impacto das apostas na vida pessoal.
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