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Criança morre após pilastra desabar em condomínio no Recreio dos Bandeirantes

- Maria Luísa Oldembergas, de 7 anos, morreu após pilastra desabar sobre ela. - O acidente ocorreu no Recreio dos Bandeirantes, durante brincadeira em condomínio. - Polícia Civil investiga reformas recentes sem inspeção de segurança adequada. - Perícia avaliará falhas na instalação da pilastra e possíveis responsabilidades. - Administração do condomínio lamenta a tragédia e oferece apoio à família.

Uma tragédia ocorreu no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro, onde uma criança de sete anos, identificada como Maria Luísa Oldembergas, morreu após ser atingida por uma pilastra que desabou sobre ela. O incidente aconteceu na terça-feira, dia 4, enquanto a menina brincava na área de recreação do condomínio em que residia, […]

Uma tragédia ocorreu no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro, onde uma criança de sete anos, identificada como Maria Luísa Oldembergas, morreu após ser atingida por uma pilastra que desabou sobre ela. O incidente aconteceu na terça-feira, dia 4, enquanto a menina brincava na área de recreação do condomínio em que residia, especificamente em uma rede de balanço. A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Os ferimentos causados pela queda da estrutura de concreto foram graves, afetando a cabeça e o braço da criança. O Corpo de Bombeiros foi acionado para prestar os primeiros socorros, mas Maria Luísa não resistiu e faleceu no local. Peritos da Polícia Civil do Rio de Janeiro estiveram no condomínio para coletar evidências que possam esclarecer as circunstâncias do acidente.

A suspeita inicial é de que a área onde ocorreu a tragédia passou por reformas recentes, sem que os órgãos responsáveis pela inspeção de segurança fossem notificados. A perícia irá investigar se a pilastra estava devidamente fixada e se houve falhas na execução da obra. A administração do condomínio expressou seu pesar pela morte da menina e afirmou que está colaborando com as investigações, além de prestar assistência à família.

O caso está sendo investigado pela 42ª DP (Recreio), e até o momento, ninguém foi preso. Contudo, a polícia alertou que, se for comprovada a falha no projeto de instalação da pilastra, o responsável poderá ser indiciado por homicídio culposo, caracterizado pela ausência de intenção de matar.

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