Durante o carnaval em Minas Gerais, roubos e furtos de celulares foram os crimes mais frequentes, com 1.443 ocorrências registradas, o que equivale a uma média de 360 por dia. Os celulares, além de possuírem valor material, contêm dados pessoais e bancários, tornando-se alvos atrativos para criminosos. O coronel Edgard Estevo, secretário-adjunto da Secretaria de […]
Durante o carnaval em Minas Gerais, roubos e furtos de celulares foram os crimes mais frequentes, com 1.443 ocorrências registradas, o que equivale a uma média de 360 por dia. Os celulares, além de possuírem valor material, contêm dados pessoais e bancários, tornando-se alvos atrativos para criminosos. O coronel Edgard Estevo, secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, destacou que a segurança está utilizando tecnologia, como câmeras e drones, para monitorar e alertar os foliões, o que ajudou a reduzir esses crimes em comparação ao carnaval de 2024.
A maioria dos crimes ocorreu em Belo Horizonte, com 61 roubos e 1.091 furtos registrados. Em uma ação notável, um pai e filho foram detidos no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, com 107 celulares em malas e mochilas, sem comprovação de propriedade. A Polícia Militar, ao cruzar informações, descobriu que alguns celulares pertenciam a vítimas de furto durante o carnaval na capital.
A Polícia Militar mobilizou todo o efetivo durante o carnaval, resultando na prisão de 3.495 pessoas em Minas Gerais, sendo 3.265 em flagrante e 230 por mandado de prisão. O uso de reconhecimento facial foi uma das estratégias adotadas, com câmeras instaladas em drones e postos de observação, permitindo a identificação de foragidos em tempo real.
Nos quatro dias de festividades, Minas Gerais recebeu 13,2 milhões de foliões, com 6 milhões apenas em Belo Horizonte. O governo estadual considera que as medidas de segurança implementadas, incluindo o monitoramento por drones, foram eficazes para garantir a segurança dos participantes durante o evento.
Entre na conversa da comunidade