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Missa em memória de Henry Borel marca quatro anos de luta por justiça

- Neste sábado, uma missa celebra quatro anos da morte de Henry Borel, 4 anos. - O evento é organizado pelo pai, Leniel Borel, em busca de justiça. - Mãe e ex-namorado estão presos por tortura e homicídio qualificado. - Julgamento ainda sem data definida devido a recursos pendentes. - Pronúncia em 2022 confirmou evidências de homicídio em laudos periciais.

Neste sábado, a morte de Henry Borel Medeiros, que tinha apenas quatro anos, completa quatro anos. Para marcar a data, será celebrada uma missa às 10h na Basílica Santuário da Penha, em memória do menino, reforçando a busca da família por justiça. A mãe de Henry, Monique Medeiros da Costa e Silva, e seu ex-namorado, […]

Neste sábado, a morte de Henry Borel Medeiros, que tinha apenas quatro anos, completa quatro anos. Para marcar a data, será celebrada uma missa às 10h na Basílica Santuário da Penha, em memória do menino, reforçando a busca da família por justiça. A mãe de Henry, Monique Medeiros da Costa e Silva, e seu ex-namorado, Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, estão presos preventivamente, acusados de tortura e homicídio qualificado.

A cerimônia é organizada pelo pai de Henry, Leniel Borel, que é engenheiro e vereador pelo PP. Ele expressou sua dor, afirmando: “Quatro anos sem o meu filho, meu menininho, nosso anjo Henry Borel. É uma dor que não passa, uma saudade imensa e de uma espera angustiante por justiça, que precisa acontecer, não só por ele, mas por todas as crianças que ainda podem ser salvas”.

Em novembro de 2022, o Tribunal de Justiça do Rio pronunciou Monique e Jairinho para júri popular, conforme decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri. A data do julgamento ainda não foi definida devido a recursos pendentes em instâncias superiores. A juíza destacou que a materialidade do homicídio está comprovada por exames periciais e laudos médicos relacionados ao atendimento de Henry no Hospital Barra D’Or na madrugada de 8 de março de 2021.

Ambos os réus negam as acusações. A luta da família por justiça continua, com a missa servindo como um lembrete da necessidade de responsabilização em casos de violência contra crianças.

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