O advogado Edemm Shalon, que defende Gustavo Vinícius, afirmou que seu cliente era apenas “ficante” e não namorado de Vitória Regina de Sousa, jovem de 17 anos encontrada morta em Cajamar (SP). Durante entrevista ao UOL News, Shalon destacou que a família de Vitória não tinha conhecimento do relacionamento e que Gustavo tinha um encontro […]
O advogado Edemm Shalon, que defende Gustavo Vinícius, afirmou que seu cliente era apenas “ficante” e não namorado de Vitória Regina de Sousa, jovem de 17 anos encontrada morta em Cajamar (SP). Durante entrevista ao UOL News, Shalon destacou que a família de Vitória não tinha conhecimento do relacionamento e que Gustavo tinha um encontro com outra garota no dia do desaparecimento dela. Vitória desapareceu no fim de fevereiro, após enviar mensagens a uma amiga expressando medo de estar sendo seguida. Seu corpo foi encontrado em 5 de março, com sinais de tortura.
O delegado Aldo Galiano, responsável pela investigação, informou que Vitória tentou contatar Gustavo antes de desaparecer, pedindo que ele a buscasse, mas ele não atendeu. Gustavo foi ouvido pela polícia e negou qualquer envolvimento. Outras duas pessoas estão sendo investigadas, incluindo Daniel Lucas Pereira, que teria registrado o trajeto de Vitória antes de seu desaparecimento. A Justiça decretou a prisão temporária de Maicol Antonio Sales dos Santos, proprietário de um veículo que foi visto na área do desaparecimento.
A defesa de Gustavo Vinícius negou qualquer relação de amizade com os outros suspeitos, afirmando que ele apenas conhecia essas pessoas de vista. O advogado enfatizou que Gustavo não teve qualquer envolvimento no crime e desconhece quem possa ter praticado. Ele reiterou que não houve amizade ou proximidade entre Gustavo e os outros investigados, comparando a situação a conhecer alguém que mora ao lado, mas sem contato.
Em outro assunto, a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi empossada como ministra das Relações Institucionais pelo presidente Lula. Durante sua posse, Gleisi reafirmou seu compromisso com a governabilidade e fez um aceno ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O colunista Josias de Souza criticou o governo Lula por manter dados de contratos de publicidade em sigilo, apesar de alegar que a transparência aumentou. Os contratos de publicidade podem chegar a R$ 3,5 bilhões em 2024, em um momento de baixa popularidade do governo.
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