A Polícia Civil de São Paulo indiciou, na última segunda-feira (10), seis suspeitos pela execução do delator Vinícius Gritzbach, assassinado a tiros em novembro do ano passado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) finalizou as investigações e apresentará o relatório do caso até a […]
A Polícia Civil de São Paulo indiciou, na última segunda-feira (10), seis suspeitos pela execução do delator Vinícius Gritzbach, assassinado a tiros em novembro do ano passado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) finalizou as investigações e apresentará o relatório do caso até a próxima sexta-feira.
Entre os indiciados estão o soldado Ruan Silva Rodrigues, 32, o cabo Dênis Antônio Martins, 40, e o tenente Fernando Genauro da Silva, 33, todos acusados de homicídio, associação criminosa e uso de arma de fogo restrita. Rodrigues e Martins são considerados os atiradores que executaram Gritzbach, enquanto Genauro é investigado por ter ajudado na fuga dos dois, além de ter um histórico de conhecimento com a vítima.
A polícia também indiciou o traficante Emílio Carlos Gongorra Castilho, 41, conhecido como Bill ou Cigarreira, apontado como mandante do crime, e seus comparsas Diego dos Santos Amaral, o Didi, e Kauê do Amaral Coelho, 29, que está sendo considerado olheiro. Os três estão foragidos e a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o inquérito será enviado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário ainda nesta semana.
Além dos executores, a investigação indicou que outros três homens, incluindo o mandante, também foram indiciados e permanecem foragidos. A polícia planeja abrir um novo inquérito para investigar a participação de outros envolvidos que auxiliaram os criminosos. A defesa de Rodrigues e Martins declarou que eles são inocentes e não estavam no aeroporto na data do crime, enquanto os advogados dos outros indiciados não foram localizados.
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