A mafia italiana tem aumentado sua presença na Colômbia, com grupos como a Camorra e a ‘Ndrangheta se envolvendo diretamente no narcotráfico. Recentemente, operações entre a polícia colombiana e autoridades italianas resultaram na prisão de líderes mafiosos, incluindo Emanuele Gregorini, conhecido como Dollarino, em Cartagena de Indias. Ele era procurado por mais de 190 países e liderava o Sistema Mafioso Lombardo, que abrange as principais mafias da Itália.
As autoridades informaram que Gregorini era responsável pelo transporte de drogas da Colômbia para a Europa. Em outubro, outros dois membros da Camorra, Gustavo Nocella e Luigi Belvedere, foram detidos em Medellín. Nocella coordenava a logística para o envio de cocaína a Amsterdã, enquanto Belvedere tentava estabelecer conexões com o Clan do Golfo, oferecendo R$ 750 mil para um plano de fuga.
A mafia italiana vê a Colômbia como um ponto estratégico para suas operações, aproveitando a infraestrutura logística do país. A pesquisadora Sara García, do Insight Crime, destacou que a mafia agora busca negociar diretamente a cocaína, o que permite reduzir custos e garantir a qualidade do produto. Historicamente, as mafias italianas negociavam com cartéis colombianos, mas a desmobilização dessas estruturas abriu espaço para uma atuação mais direta.
Apesar dos esforços do governo colombiano para combater o narcotráfico, a produção de cocaína continua a crescer. Em 2023, a Organização das Nações Unidas (ONU) reportou que a Colômbia tinha 253 mil hectares de cultivo de coca, cinco vezes mais do que em 2013. A demanda internacional por cocaína permanece alta, especialmente na Europa, o que incentiva a colaboração entre mafias europeias e grupos colombianos, como o Clan do Golfo.
A presença da mafia italiana na Colômbia tem se intensificado, com a Camorra e a ‘Ndrangheta se envolvendo ativamente no narcotráfico. Recentemente, operações conjuntas entre a polícia colombiana e autoridades italianas resultaram na captura de líderes mafiosos, como Emanuele Gregorini, conhecido como Dollarino, em Cartagena de Indias. Ele era procurado por mais de 190 países e liderava o Sistema Mafioso Lombardo, que inclui as maiores mafias da Itália.
As autoridades colombianas informaram que Gregorini gerenciava o transporte de drogas da Colômbia para a Europa. Em outubro, outros dois membros da Camorra, Gustavo Nocella e Luigi Belvedere, foram presos em Medellín. Nocella coordenava a logística do transporte de cocaína para Amsterdã, enquanto Belvedere, considerado um dos criminosos mais perigosos, tentava estabelecer laços com o Clan do Golfo, oferecendo R$ 750 mil para um plano de fuga.
A mafia italiana tem encontrado na Colômbia um ponto estratégico para suas operações, aproveitando a infraestrutura logística do país. A pesquisadora Sara García, do Insight Crime, destacou que a mafia agora busca negociar diretamente a cocaína, visando reduzir custos e garantir a qualidade do produto. Historicamente, as mafias italianas negociavam com os cartéis colombianos, mas a desmobilização dessas estruturas abriu espaço para uma atuação mais direta.
Apesar dos esforços do governo colombiano no combate ao narcotráfico, a produção de cocaína continua a crescer. Em 2023, a Organização das Nações Unidas (ONU) reportou que a Colômbia tinha 253 mil hectares de cultivo de coca, cinco vezes mais do que em 2013. A demanda internacional por cocaína permanece alta, especialmente na Europa, o que incentiva a colaboração entre mafias europeias e grupos colombianos, como o Clan do Golfo.
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