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Família processa Universidade de Bucknell após morte de calouro em treino intenso

Pais de calouro da Universidade de Bucknell processam instituição após morte do filho em treino, alegando negligência e homicídio culposo.

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Os pais de Calvin Dickey Jr. processaram a Universidade de Bucknell, na Pensilvânia, após a morte do filho em julho de 2024. Calvin, que tinha uma condição genética chamada traço falciforme, faleceu durante um exercício físico intenso que era considerado uma punição no treino de futebol americano. Esse exercício, chamado “up-down”, fazia com que os calouros alternassem rapidamente entre ficar em pé e deitar no chão. Durante a atividade, Calvin passou mal e foi hospitalizado, mas morreu dois dias depois.

A autópsia revelou que a causa da morte foi rabdomiólise, uma condição que pode ser piorada por esforço físico intenso, especialmente em pessoas com a condição de Calvin. Os pais alegam que a universidade sabia do problema de saúde do filho e não tomou as precauções necessárias para protegê-lo, considerando a morte “completamente evitável”. Outros estudantes que estavam presentes disseram que Calvin estava visivelmente exausto e não conseguia acompanhar o grupo.

O treinador Mark Kulbis estava presente e teria pressionado Calvin a continuar, mesmo quando ele mostrava sinais de cansaço. Além disso, não havia um preparador físico no local, o que vai contra as regras da liga universitária. Três meses depois, outro calouro também teve rabdomiólise durante exercícios exigidos por Kulbis, mas sobreviveu com sequelas.

A Universidade de Bucknell se manifestou, expressando condolências à família e reafirmando seu compromisso com a saúde e segurança dos alunos. A mãe de Calvin, Nicole, destacou que essa situação nunca deveria ter acontecido e que é importante falar sobre o caso para evitar novas tragédias.

Os pais de Calvin Dickey Jr. processaram a Universidade de Bucknell, na Pensilvânia, após a morte do filho em julho de 2024. O estudante, que tinha traço falciforme, faleceu após um exercício intenso considerado uma punição durante o treino de futebol americano. O exercício, conhecido como “up-down”, exigia que os calouros alternassem rapidamente entre as posições em pé e deitado, e Dickey passou mal durante a atividade.

A autópsia revelou que a causa da morte foi rabdomiólise, uma condição que pode ser agravada por esforço físico extremo, especialmente em pessoas com a condição genética de Dickey. No processo, os pais alegam que a universidade tinha conhecimento do diagnóstico do filho e não tomou as medidas necessárias para protegê-lo, classificando a morte como “completamente evitável”. Estudantes presentes relataram que Dickey demonstrava sinais de exaustão e não conseguia acompanhar o grupo.

O treinador de força e condicionamento, Mark Kulbis, estava presente e teria pressionado Dickey a continuar, mesmo diante de seu sofrimento. Além disso, a ausência de um preparador físico durante o exercício contraria os protocolos da Associação Atlética Universitária Nacional dos Estados Unidos. Três meses após a morte de Dickey, outro calouro também sofreu rabdomiólise durante exercícios exigidos por Kulbis, mas sobreviveu com sequelas.

A Universidade de Bucknell se manifestou sobre o processo, expressando condolências à família e reafirmando seu compromisso com a saúde e segurança dos estudantes. A mãe de Dickey, Nicole, destacou a gravidade da situação, afirmando que “isso nunca deveria ter acontecido” e que o silêncio sobre o caso pode levar a novas tragédias.

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