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Menina encontra amuleto de 3.800 anos durante caminhada perto de Jerusalém

Menina encontra amuleto de 3.800 anos em Beit Shemesh; artefato será exposto pela Autoridade de Antiguidades de Israel. Descubra mais sobre a descoberta.

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Uma menina de 3 anos encontrou um amuleto de 3.800 anos enquanto caminhava com sua família perto de Beit Shemesh, que fica a menos de uma hora de Jerusalém. O amuleto tem a forma de um escaravelho e foi descoberto em uma área conhecida por suas riquezas arqueológicas. A família avisou a Autoridade de Antiguidades de Israel, que planeja mostrar o objeto ao público em Jerusalém.

O amuleto foi encontrado próximo ao sítio arqueológico de Tel Azka, que frequentemente revela artefatos históricos. A irmã da menina contou que, ao limpar o objeto, perceberam que era algo especial. O diretor da Autoridade, Eli Escozido, confirmou que o amuleto será exposto em breve.

Um professor de história judaica comentou que, embora não seja a primeira vez que um amuleto desse tipo é encontrado, a atitude da família em não ficar com o objeto é importante. Ele também mencionou que o amuleto mostra a conexão cultural entre Canaã e o Egito, refletindo a interação entre essas antigas civilizações.

A divulgação da descoberta aconteceu em um momento em que a Autoridade de Antiguidades de Israel estava enfrentando críticas sobre o cancelamento de uma conferência. Um dos palestrantes criticou a forma como a arqueologia é feita em áreas como a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, o que levou a pedidos de demissão e ao cancelamento do evento pelo ministro da herança de Israel.

Uma menina encontrou um amuleto de 3.800 anos enquanto caminhava com sua família nas proximidades de Beit Shemesh, a menos de uma hora de Jerusalém. O artefato, que representa um escaravelho, foi descoberto durante uma exploração na área, conhecida por suas riquezas arqueológicas. A família imediatamente notificou a Autoridade de Antiguidades de Israel, que planeja exibir o item ao público em Jerusalém.

O amuleto foi encontrado próximo ao sítio arqueológico de Tel Azka, que frequentemente revela artefatos históricos. Segundo a irmã da menina, ao limpar o objeto, perceberam que se tratava de algo especial. O diretor da Autoridade, Eli Escozido, confirmou que o amuleto será disponibilizado para visitação em breve.

O professor de história judaica na Universidade de Tel Aviv, Oded Lipschits, destacou que, embora não seja a primeira descoberta desse tipo, a atitude da família em não reter o objeto é significativa. Ele também mencionou que o amuleto indica vínculos culturais entre Canaã e o Egito, refletindo a interação entre essas civilizações antigas.

A divulgação da descoberta coincidiu com críticas à Autoridade de Antiguidades de Israel, que enfrentou controvérsias sobre a cancelamento de uma conferência. O palestrante Raphael Greenberg criticou a abordagem arqueológica em áreas como a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, levando a pedidos de demissão e à suspensão do evento por parte do ministro da herança de Israel, Amichay Eliyahu.

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