Pamela La Rosa, uma mulher de 22 anos, teve sua filha retirada pelos serviços sociais da Comunidade de Madrid. Isso aconteceu por causa de preocupações sobre a segurança da criança, relacionadas à violência que ela sofreu do pai. Agora, Pamela só pode ver a filha uma vez por semana, durante uma hora, e não pode amamentá-la. Ela ficou muito triste com essa situação, dizendo que uma hora é muito pouco para cuidar da saúde da criança.
Na primeira visita após dez dias sem ver a filha, Pamela tentou amamentar, mas foi informada de que a criança já estava recebendo leite em fórmula. Ela perguntou se poderia fazer uma mistura de leite materno e fórmula, mas não obteve uma resposta clara. A situação pode durar de três a seis meses, o que Pamela considera um tempo muito importante para o desenvolvimento da filha.
A administração da Comunidade de Madrid disse que o tempo de visita pode ser revisto, mas que cada caso é analisado individualmente. Eles afirmaram que a segurança da criança é a prioridade. Pamela, que veio do Peru em dezembro, denunciou o pai da criança em fevereiro, e ele foi preso por não cumprir uma ordem de afastamento. Agora, ela está buscando ajuda legal para recuperar a guarda da filha.
Pamela La Rosa, uma mulher de 22 anos, teve sua filha retirada pelos serviços sociais da Comunidade de Madrid devido a “graves indicadores de risco para o bebê” relacionados à violência machista contra o pai da criança. Atualmente, ela enfrenta um regime de visitas restrito a uma hora por semana, sem a possibilidade de amamentar, o que a deixou angustiada. La Rosa expressou sua insatisfação, afirmando que “uma hora não é nada” e que não consegue entender como pode avaliar a saúde da filha nesse curto espaço de tempo.
Durante a visita, que ocorreu após dez dias sem ver a criança, La Rosa tentou amamentar, mas foi informada de que “não é possível”. A justificativa apresentada foi que a criança já estava sendo alimentada com leite em fórmula. A mãe questionou sobre a possibilidade de uma lactância mista, mas não obteve respostas satisfatórias. A situação pode se prolongar de três a seis meses, tempo que La Rosa considera crucial para o desenvolvimento inicial da filha.
A Consejería de Família da Comunidade de Madrid confirmou o regime de visitas, ressaltando que ele pode ser revisado conforme a avaliação dos técnicos de proteção. Eles afirmaram que cada caso é analisado individualmente, levando em conta as necessidades da criança e os riscos envolvidos. No entanto, a administração destacou que situações de risco à saúde e segurança da criança podem limitar a manutenção da lactância.
La Rosa, que chegou à Espanha em dezembro de 2022, denunciou o pai da criança em fevereiro, resultando em uma ordem de afastamento que não foi cumprida. Após o parto, o pai foi detido por violar essa ordem, e os serviços sociais decidiram retirar a tutela da criança. La Rosa está atualmente buscando recursos legais para contestar essa decisão e reaver a guarda da filha.
Entre na conversa da comunidade