O Rio de Janeiro está enfrentando um grande aumento nos furtos de bicicletas. Em janeiro e fevereiro de 2024, os casos subiram 59% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Na capital, o aumento foi ainda maior, chegando a 106%, com 470 bicicletas furtadas. No total, foram registrados 838 furtos no estado, o que dá uma média de 14 por dia.
Esses furtos não acontecem apenas nas ruas, mas também em prédios residenciais. Um ciclista teve sua bicicleta elétrica, que custava R$ 6 mil, roubada dentro do seu prédio. O ladrão usou uma chave mestra para entrar no bicicletário e desligar o alarme rapidamente. Isso tem gerado um clima de insegurança entre os moradores, que se sentem ameaçados até dentro de casa.
A polícia está investigando esses casos e acredita que as bicicletas furtadas estão sendo revendidas de forma ilegal. A delegacia do Leblon é a que mais registrou ocorrências, com 121 casos. A polícia pede que as pessoas que tiveram bicicletas roubadas façam o registro para ajudar nas investigações.
Para se proteger, muitos ciclistas estão usando seguros e trancas mais fortes. O presidente da Associação de Ciclistas do Estado do Rio mencionou que as pessoas estão preferindo estacionar em locais mais seguros, como bicicletários fechados. Além disso, a procura por seguros de bicicletas elétricas aumentou, mostrando que os ciclistas estão preocupados com a segurança.
O estado do Rio de Janeiro enfrenta um aumento alarmante nos furtos de bicicletas, com um crescimento de 59% em janeiro e fevereiro de 2024 em comparação ao mesmo período do ano anterior. Na capital, o aumento foi ainda mais expressivo, alcançando 106%, com 470 ocorrências registradas. O Instituto de Segurança Pública (ISP) reportou um total de 838 furtos de bicicletas no estado, uma média de 14 casos por dia.
Os furtos não se limitam apenas às ruas; muitos ocorrem em prédios residenciais. Um exemplo é o caso de Milton Augusto da Silva, que teve sua bicicleta elétrica, avaliada em R$ 6 mil, furtada em seu prédio no Catete. O ladrão, utilizando uma chave mestra, conseguiu acessar o bicicletário e desativar o alarme em apenas dez minutos. A sensação de insegurança é crescente entre os moradores, que relatam medo até mesmo dentro de seus próprios lares.
A delegada Thaiane Barbosa, da 14ª Delegacia de Polícia, afirmou que os furtos estão sendo investigados por uma força-tarefa, e acredita-se que as bicicletas estejam sendo revendidas em um mercado clandestino. A delegacia do Leblon lidera em registros, com 121 ocorrências. A polícia enfatiza a importância do registro dos furtos para o monitoramento das ações criminosas.
Para se proteger, ciclistas estão adotando medidas como seguros e trancas de aço. Cláudio Santos, presidente da Associação de Ciclistas do Estado do Rio, destacou que muitos estão optando por estacionar em bicicletários fechados e utilizando travas mais resistentes. Além disso, a demanda por seguros de bicicletas elétricas aumentou, refletindo a preocupação com a segurança dos ciclistas na região.
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