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Homem é preso após invadir sinagoga em Manaus e deixar símbolos nazistas em protesto

André Elias Soares, preso por invadir sinagoga em Manaus, enfrenta acusações de racismo e pornografia infantil, com penas que podem chegar a 11 anos.

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A Polícia Civil do Amazonas prendeu um homem de 39 anos, André Elias Soares, por invadir uma sinagoga em Manaus. Durante a invasão, ele deixou suásticas nas paredes do templo e na fachada do Tribunal de Justiça. O juiz Alcides Carvalho Vieira Filho autorizou a prisão preventiva. Soares foi encontrado em um flutuante no lago Tarumã-Açu, onde a polícia apreendeu celulares e computadores para investigação.

O ataque à sinagoga aconteceu na segunda-feira, quando ele tentou falar com o rabino, mas não conseguiu. Ele colou papéis com símbolos nazistas e links para imagens de abuso sexual infantil. Soares já estava sendo investigado desde março, quando foi visto na Universidade Federal do Amazonas com uma arma de brinquedo.

Gravações mostram Soares colocando símbolos nazistas na fachada do Tribunal de Justiça, dizendo que era um aviso. Em outro vídeo, ele ameaçou o governador do Amazonas, Wilson Lima, e outras autoridades. As autoridades acreditam que ele representa um risco para minorias religiosas.

Ele enfrenta acusações de racismo e pornografia infantil, com penas que podem chegar a 11 anos de prisão. A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil pediu informações sobre o caso, considerando a gravidade das ameaças. A polícia também destacou que Soares tem um bom poder aquisitivo, o que pode facilitar ações violentas.

A Polícia Civil do Amazonas prendeu, nesta quarta-feira, um homem de 39 anos, André Elias Soares, após ele invadir uma sinagoga em Manaus. Durante a ação, Soares deixou suásticas nas paredes do templo e na fachada do Tribunal de Justiça. O mandado de prisão preventiva foi assinado pelo juiz Alcides Carvalho Vieira Filho. Ele foi localizado em um flutuante no lago Tarumã-Açu, onde a polícia apreendeu celulares, computadores e HDs para perícia.

O ataque à sinagoga ocorreu na segunda-feira, quando Soares tentou contatar o rabino, mas sem sucesso. Ele colou papéis com símbolos nazistas e links para imagens de simulações de abuso sexual contra crianças. O homem já estava sob investigação desde março, quando foi visto na Universidade Federal do Amazonas com um simulacro de arma de fogo.

Gravações mostram Soares fixando símbolos nazistas na fachada do Tribunal de Justiça, afirmando que era um “recado” ao órgão. Em outro vídeo, ele faz ameaças ao governador do Amazonas, Wilson Lima, a desembargadores e ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As autoridades consideram que ele representa um risco para minorias religiosas.

Soares enfrenta acusações de racismo e armazenamento e divulgação de pornografia infantil, com penas que podem somar até 11 anos de prisão. A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil solicitou informações ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública sobre o caso, dada a gravidade das ameaças. A polícia destacou que o suspeito possui um elevado poder aquisitivo, o que poderia facilitar a execução de atos violentos.

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