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Prefeitura realiza operação na Barra da Tijuca, mas moradores pedem ações mais efetivas

Prefeitura realiza operação na Barra da Tijuca, mas moradores criticam ações insuficientes contra quiosques irregulares.

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Dois dias depois de uma reportagem sobre a ocupação irregular na orla da Barra da Tijuca, a prefeitura fez uma operação para remover estruturas não autorizadas. No dia 8 de abril, a Secretaria Municipal de Ordem Pública e a Subprefeitura da Barra retiraram mesas e cadeiras que estavam atrás de um castelo de areia no Posto 2, com ajuda da Comlurb.

Durante a ação, uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social conversou com o morador do castelo, que disse viver ali para proteger a escultura, que é sua fonte de renda. Ele recusou a oferta de acolhimento e foi encaminhado para um centro de assistência social para se inscrever em programas de ajuda.

Moradores criticaram a operação, afirmando que foi insuficiente. A arquiteta Isabelle de Loys comentou que apenas os materiais ao redor do castelo foram removidos, enquanto quiosques e escadas irregulares continuaram no local. Outra moradora, que não quis se identificar, disse que a fiscalização é desigual, atingindo apenas os pequenos e deixando os quiosques intactos.

A Secretaria Municipal de Ordem Pública informou que, no dia 9 de abril, notificou quatro quiosques por ocupação irregular. O quiosque K08, que já havia sido notificado por operar sem autorização, ainda está funcionando. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima anunciou que fará uma vistoria na orla para verificar danos à vegetação e estruturas irregulares, mas ainda não definiu a data.

Dois dias após a publicação de uma matéria sobre a ocupação irregular da areia e do calçadão da orla da Barra da Tijuca, a prefeitura realizou uma operação de remoção de estruturas não autorizadas. No dia oito de abril, a Secretaria Municipal de Ordem Pública e a Subprefeitura da Barra retiraram materiais, como mesas e cadeiras, que estavam atrás de um castelo de areia no Posto 2, com o apoio da Comlurb.

Durante a abordagem, uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social conversou com o morador do castelo, que afirmou viver no local para proteger a escultura, sua fonte de renda. Embora tenha recebido uma oferta de acolhimento, ele recusou e foi encaminhado para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) para realizar o Cadastro Único e se inscrever no Bolsa Família.

Moradores criticaram a ação da prefeitura, alegando que a operação foi insuficiente. A arquiteta e ambientalista Isabelle de Loys destacou que apenas materiais ao redor do castelo foram removidos, enquanto quiosques e escadas irregulares permaneceram. Outra moradora, que preferiu não se identificar, afirmou que a fiscalização é desigual, atingindo apenas os pequenos e deixando os quiosques intactos.

A Secretaria Municipal de Ordem Pública informou que, no dia nove de abril, notificou quatro quiosques por ocupação irregular de área pública. O quiosque K08, que já havia sido notificado anteriormente por operar sem autorização, continua em funcionamento. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima anunciou que realizará uma vistoria na orla para verificar danos à vegetação e estruturas irregulares, embora a data ainda não tenha sido definida.

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