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Extorsão a motoristas cresce no Rio; mais de 3 mil casos registrados em 2024

Extorsões a motoristas no Rio aumentam em 2024, com flanelinhas cobrando até R$ 100 em áreas de lazer. Delegacias registram 3.050 casos.

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O crime de extorsão, que muitas vezes é feito por guardadores de carros não autorizados, está se tornando um grande problema no Rio de Janeiro. Em 2024, foram registrados 3.050 casos de extorsão, o que dá uma média de 254 por mês. Nos primeiros dois meses do ano, já foram 551 casos, com uma média de 275 por mês.

Essas extorsões acontecem principalmente em lugares de lazer, onde flanelinhas cobram entre R$ 15 e R$ 50, dependendo de quem é o motorista, especialmente se for turista. Em praias como Grumari e Prainha, há flanelinhas sem identificação que aceitam pagamentos com cartão e Pix. Um frequentador da Prainha comentou que os flanelinhas cobram mais de quem parece turista.

As delegacias que mais registram esses crimes são a 32ª DP em Taquara, com 123 casos, a 42ª DP no Recreio dos Bandeirantes, com 108, e a 54ª DP em Belford Roxo, com 107. Torcedores que vão ao Estádio Nilton Santos também enfrentam problemas com flanelinhas que cobram preços diferentes na entrada do estádio.

A extorsão é definida como forçar alguém, usando ameaças, para conseguir dinheiro de forma ilegal. A pena para esse crime pode ser de quatro a dez anos de prisão. O aumento dos casos mostra que é preciso agir para combater essa prática.

O crime de extorsão, frequentemente praticado por guardadores clandestinos, continua a ser um problema significativo no Estado do Rio. Em 2024, foram registrados 3.050 casos de extorsão, o que representa uma média de 254 ocorrências mensais. Nos primeiros meses deste ano, apenas em janeiro e fevereiro, já foram contabilizadas 551 extorsões, com uma média de 275 casos por mês.

As extorsões a motoristas ocorrem principalmente em áreas de lazer, onde flanelinhas cobram valores que variam de R$ 15,00 a R$ 50,00, dependendo do perfil do motorista, especialmente se ele for turista. Em locais como Grumari e Prainha, é comum a presença de flanelinhas sem identificação, que utilizam maquininhas de cartão e aceitam pagamentos via Pix. Um frequentador da Prainha relatou que “quanto mais o motorista tem cara de turista, mais caro ele tem que pagar”.

As delegacias com mais registros de extorsão incluem a 32ª DP (Taquara), com 123 ocorrências, a 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), com 108 casos, e a 54ª DP (Belford Roxo), com 107 registros. Além disso, torcedores que frequentam o Estádio Nilton Santos também enfrentam problemas com flanelinhas irregulares, que cobram valores aleatórios na entrada do estádio, como ocorreu antes da partida entre Botafogo e Carabobo.

O crime de extorsão é definido pelo Código Penal como constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, para obter vantagem econômica indevida. A pena prevista varia de quatro a dez anos de prisão. A situação atual revela um aumento preocupante nas ocorrências, destacando a necessidade de medidas efetivas para combater essa prática criminosa.

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