Bruno Lima, um motoboy brasileiro que mora em Portugal há dois anos, passou por uma situação de xenofobia em Gaia, perto do Porto. O problema começou quando um motorista português quase o atropelou ao buzinar. Após uma troca de ofensas, o motorista mandou Bruno “voltar para o seu país”. Bruno registrou uma queixa na polícia por agressão e xenofobia.
Um vídeo do incidente, que circulou nas redes sociais, mostra o motorista ameaçando Bruno. Ele se manteve calmo e afirmou que a agressão aconteceu por causa de sua nacionalidade. Bruno disse que nunca tinha enfrentado xenofobia antes, embora já tivesse passado por situações tensas no trânsito.
Após o ocorrido, a vida de Bruno mudou muito. Ele recebeu apoio e também críticas nas redes sociais. Ele comentou que só quem passa por isso realmente entende a dor da xenofobia. Bruno vive em Portugal com seu filho e decidiu se mudar após enfrentar uma depressão no Brasil, onde trabalhava na prefeitura de Rio das Ostras.
Bruno Lima, um motoboy brasileiro que vive em Portugal há dois anos, foi vítima de xenofobia durante uma discussão de trânsito em Gaia, cidade próxima ao Porto. O incidente ocorreu quando um motorista português quase o atropelou ao buzinar e, após uma troca de ofensas, o agrediu verbalmente, mandando-o “voltar para o seu país”. Bruno registrou uma queixa na Polícia de Segurança Pública (PSP) por agressão e xenofobia.
Em um vídeo que circulou nas redes sociais, é possível ver o motorista fora do carro, ameaçando Bruno. O motoboy, que se manteve calmo durante a situação, ressaltou que a agressão foi motivada por sua nacionalidade. Ele afirmou: “Ele viu que eu era brasileiro e já saiu do carro mandando eu voltar para o meu país.” O advogado de Bruno, Marcel Borges, destacou a importância de enfrentar esse tipo de comportamento, afirmando que o motoboy é frequentemente visto de forma negativa.
Bruno expressou seu desejo de que sua queixa sirva de incentivo para outras vítimas de xenofobia se manifestarem. Ele declarou: “Quero encorajar as pessoas que têm medo de represálias.” O motoboy, que trabalha arduamente nas ruas, disse que nunca havia enfrentado xenofobia antes, embora tenha lidado com situações tensas no trânsito.
Após o incidente, Bruno relatou que sua vida mudou drasticamente, recebendo tanto apoio quanto ataques nas redes sociais. Ele comentou sobre o impacto emocional da situação, afirmando: “A gente acha que sabe o que as pessoas sentem quando sofrem xenofobia. Mas só entende mesmo quem sente na pele.” Bruno vive em Portugal com seu filho e, antes de emigrar, trabalhava na prefeitura de Rio das Ostras, tendo tomado a decisão de mudar após enfrentar uma depressão.
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