Dez palestinos foram libertados por tropas israelenses e retornaram à Faixa de Gaza, relatando abusos durante a detenção. Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, Israel deteve milhares de palestinos, e essa foi a primeira liberação desde que as hostilidades recomeçaram em março. Os homens foram recebidos por familiares em um hospital em Deir al-Balah e disseram que sofreram torturas e condições desumanas.
Fayez Ayoub, um dos libertados, descreveu a experiência como “agonia”, afirmando que foram torturados diariamente e tiveram pouco sono. Ele foi preso logo após receber alta de um hospital, onde tratava fraturas causadas por um ataque aéreo. Outro libertado, Hani Abu Sharif, contou que os prisioneiros eram frequentemente agredidos e forçados a ficar descalços sobre pedras, o que machucava seus pés. As condições de higiene eram ruins, com banhos permitidos apenas uma vez por mês ou a cada dois meses. O exército israelense afirmou que segue a lei e investiga alegações de abusos, mas há muitos relatos de maus-tratos a prisioneiros palestinos. Desde o início do conflito, pelo menos 61 palestinos morreram em prisões israelenses. Apesar das liberações, milhares ainda estão detidos sem acusação formal.
Dez palestinos detidos por tropas israelenses foram libertados e retornaram à Faixa de Gaza, relatando abusos constantes durante a prisão. Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, Israel deteve milhares de palestinos, e esta foi a primeira liberação desde o reinício das hostilidades em março. Os homens, que foram recebidos por familiares em um hospital em Deir al-Balah, afirmaram ter sido submetidos a torturas e condições desumanas.
Um dos libertados, Fayez Ayoub, descreveu a experiência como “agonia”, mencionando que foram torturados diariamente e tiveram pouco sono. Ele foi detido logo após receber alta de um hospital, onde tratava fraturas resultantes de um ataque aéreo. Sua filha expressou preocupação com a aparência debilitada do pai, que parecia muito diferente do que era antes da detenção.
Outro libertado, Hani Abu Sharif, relatou que os prisioneiros eram frequentemente agredidos e forçados a ficar descalços sobre pedras, causando ferimentos nos pés. As condições de higiene eram precárias, com banhos permitidos apenas uma vez a cada mês ou dois. A resposta do exército israelense foi de que as autoridades prisionais seguem a lei e investigam alegações de abusos.
A situação dos detidos palestinos é alarmante, com relatos de abusos em várias prisões. Desde o início do conflito, a Autoridade Palestina informou que pelo menos sessenta e um palestinos morreram em prisões israelenses. Apesar das liberações periódicas, milhares permanecem detidos sem acusação formal, com Israel justificando as prisões com suspeitas de vínculos com o Hamas.
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