No começo de 2024, São Paulo registrou 29.169 casos de roubos e furtos de celulares, o que é 15% menos do que no mesmo período do ano passado. Isso significa que, em média, um celular foi roubado ou furtado a cada três minutos. O bairro mais afetado foi Pinheiros, com 1.023 ocorrências. Locais movimentados, como a Avenida Paulista, também são perigosos, com 469 registros. Outras áreas com muitos casos incluem a Avenida Cruzeiro do Sul e a Praça da Luz. Muitas pessoas não fazem boletim de ocorrência, então o número real de celulares roubados pode ser maior. A Secretaria da Segurança Pública informou que 132 pessoas foram presas e 26 mil celulares foram apreendidos. Apesar da queda nos números, a situação ainda é preocupante, especialmente em áreas com muitas pessoas.
No primeiro bimestre de 2024, a cidade de São Paulo registrou 29.169 boletins de ocorrência relacionados a roubos e furtos de celulares, o que representa uma queda de 15% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os dados são da Secretaria da Segurança Pública (SSP) e indicam que um celular foi roubado ou furtado a cada três minutos. O bairro de Pinheiros se destacou como o mais afetado, com 1.023 casos.
As áreas com maior concentração de pedestres, como a Avenida Paulista, também figuram entre os locais mais inseguros, com 469 registros. Outras vias notórias incluem a Avenida Cruzeiro do Sul, com 354 casos, e a Praça da Luz, com 320 ocorrências. É importante ressaltar que muitos casos não são registrados, o que pode aumentar o número real de celulares subtraídos.
A SSP informou que, desde o início do ano, 132 pessoas foram presas e 26 mil celulares foram apreendidos, sem comprovação de procedência. A pasta também destacou que houve uma redução de 15% nos roubos e 13% nos furtos em relação ao mesmo período do ano anterior, evidenciando esforços no combate a esses crimes.
Além disso, a SSP realiza operações e ações de inteligência policial para enfrentar a receptação de aparelhos. Apesar da queda nos números, a situação ainda é preocupante, especialmente em áreas de grande circulação, onde a vulnerabilidade dos cidadãos é maior.
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