A juíza Nuria Ruiz Tobarra está ouvindo os depoimentos de familiares das vítimas da forte tempestade que atingiu Valencia em 29 de outubro, causando a morte de 228 pessoas. Os relatos são emocionantes e mostram as últimas mensagens trocadas entre as vítimas e seus entes queridos, refletindo a angústia do dia da tragédia. Esther, por exemplo, recebeu mensagens tranquilizadoras de seu marido, que depois informou que a água estava subindo rapidamente, mas não houve mais contato. O corpo de sua filha foi encontrado a 71 quilômetros de distância, enquanto o marido ainda está desaparecido. Antonio também não conseguiu mais falar com seu filho, que estava preocupado com o carro e as motos em risco. Violeta tentou contatar seu pai, que estava em casa quando a água começou a subir, mas ele não conseguiu escapar e foi encontrado dias depois. Manuel e seu filho Luis tentaram entrar em contato com Fernando, irmão de Luis, mas não obtiveram resposta. Fernando ignorou o aviso da parceira para deixar a área e acabou morrendo. Luisa recebeu uma ligação de sua filha Jésica, presa em um carro inundado, mas a comunicação foi cortada e o corpo dela foi encontrado quatro dias depois. Outros relatos incluem Mariana, que perdeu seu pai e dois irmãos, e uma mulher que viu sua mãe ser soterrada. A tragédia deixou marcas profundas na comunidade, evidenciando a necessidade de melhorar a resposta a desastres naturais.
A juíza Nuria Ruiz Tobarra, responsável pela investigação das responsabilidades da tragédia em Valencia, está ouvindo depoimentos de familiares das vítimas da forte tempestade que ocorreu em 29 de outubro, resultando na morte de 228 pessoas. Os relatos emocionantes revelam as últimas comunicações entre as vítimas e seus entes queridos, que refletem a angústia e a incerteza vividas naquele dia fatídico.
Um dos depoimentos é de Esther, que recebeu mensagens tranquilizadoras de seu marido antes de a situação se agravar. Ele informou que estava chovendo, mas que estava tudo “controlado”. Mais tarde, ele relatou que a água estava subindo rapidamente, mas não houve mais contato. O corpo de sua filha foi encontrado a 71 quilômetros de distância, enquanto o marido permanece desaparecido. Outro relato é de Antonio, que não conseguiu mais falar com seu filho após uma troca de mensagens sobre a preocupação com o carro e as motos que estavam em risco.
Violeta também compartilhou sua experiência angustiante ao tentar contatar seu pai, que estava em sua casa quando a água começou a subir. Apesar de seus esforços, ele não conseguiu escapar e foi encontrado dias depois. Manuel e seu filho Luis tentaram entrar em contato com Fernando, irmão de Luis, mas não obtiveram resposta. Fernando ignorou o aviso de sua parceira para deixar a área, resultando em sua morte quando a inundação atingiu Pedralba.
Os relatos continuam com Luisa, que recebeu uma ligação de sua filha Jésica, que estava presa em um carro inundado. Jésica conseguiu enviar sua localização, mas a comunicação foi cortada. Quatro dias depois, seu corpo foi encontrado. Outros depoimentos incluem o de Mariana, que perdeu seu pai e dois irmãos, e o de uma mulher que viu sua mãe ser soterrada. A tragédia deixou marcas profundas na comunidade, evidenciando a urgência de medidas de prevenção e resposta a desastres naturais.
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