A COP30, que acontecerá no Brasil, tem como objetivo incluir vozes indígenas e promover a participação social em meio a desafios na diplomacia climática. A presidência brasileira propõe um “mutirão global”, inspirado na cultura tupi-guarani, para unir esforços contra a crise climática. O embaixador André Corrêa do Lago enviou uma carta convocando a participação de diversos setores, como sociedade civil, setor privado e representantes de povos indígenas.
Entre as iniciativas, destaca-se o Balanço Ético Global, que servirá como um “termômetro moral” para avaliar a resposta climática. Também será criado um Círculo de Liderança Indígena, reunindo líderes de diferentes países para aconselhar nas negociações. Espera-se que entre três mil e quatro mil indígenas participem da conferência, um número muito maior do que na COP de Dubai. Embora as iniciativas busquem ampliar a participação, a influência nas decisões finais ainda será limitada, pois apenas os países têm poder de decisão nas conferências. A realização da COP30 no Brasil traz esperança de uma participação social mais ativa, mesmo em um cenário geopolítico desafiador. Ativistas e organizações sociais estão em busca de oportunidades para influenciar as negociações, abordando temas como demarcação de terras indígenas e combustíveis fósseis.
A COP30, que ocorrerá no Brasil, busca promover a inclusão de vozes indígenas e a participação social em um contexto de desafios na diplomacia climática. A presidência brasileira propõe um “mutirão global”, inspirado na cultura tupi-guarani, para unir esforços contra a crise climática. O embaixador André Corrêa do Lago, presidente da COP30, enviou uma carta à comunidade internacional convocando a participação de diversos setores, incluindo organizações da sociedade civil, setor privado e representantes de povos originários.
Dentre as iniciativas, destaca-se a criação do Balanço Ético Global, que funcionará como um “termômetro moral” para avaliar a resposta climática global. Essa estrutura será complementada por um Círculo de Liderança Indígena, que reunirá líderes de diferentes países para atuar como conselheiros nas negociações. A expectativa é que entre três mil e quatro mil indígenas participem da conferência, um número significativamente maior do que na COP de Dubai.
Kleber Karipuna, coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, afirmou que a COP30 representa uma “COP da esperança” devido às pautas importantes que serão discutidas. Apesar das iniciativas em andamento, a participação social terá caráter consultivo, pois apenas os países têm poder de decisão sobre os documentos finais da conferência, conforme as regras da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima.
A realização da COP30 no Brasil reacende a esperança de uma participação social mais ampla, mesmo em um cenário geopolítico desafiador. Ativistas e organizações sociais buscam identificar oportunidades para influenciar as negociações, abordando temas como demarcação de terras indígenas e estratégias relacionadas a combustíveis fósseis.
Entre na conversa da comunidade